A perigosa politização do esporte - Revista Oeste

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A perigosa politização do esporte
Uma das lições mais importantes da política é que não devemos politizar todos os momentos de nossa vida. Precisamos conhecer e respeitar o que nos une antes de alimentar o que eventualmente nos separa
4 set 2020, 08:57

Iniciei minha vida no esporte aos 12 anos de idade. Aos 16, competi em meu primeiro campeonato mundial. Depois de quatro Olimpíadas e mais de duas décadas dedicadas ao voleibol brasileiro, posso tranquilamente afirmar que o esporte é o campo mais inclusivo, mais tolerante e mais diverso que alguém pode imaginar. Crenças ou religiões, opções sexuais, a posição de cada um no espectro político-ideológico ou a cor da pele não importam. Apenas sua capacidade atlética é levada em conta e de quatro em quatro anos podemos testemunhar essa celebração — e a mensagem de verdadeira tolerância — na transmissão dos Jogos Olímpicos para todo o mundo.

Pela imensa força e capacidade do esporte de propagar mensagens, competições e atletas não ficam imunes de ser usados como veículos para pautas políticas e ideológicas. Tem lá sua ironia uma ex-esportista que agora estuda Ciência Política e escreve sobre política ser contra a politização do esporte. Mas acredite: separar esporte e política é tão importante quanto separar Estado e igreja ou governo e economia.

Faço uma distinção óbvia entre o direito de qualquer esportista de se manifestar politicamente, o que todos podem fazer (e sou a primeira a apoiar), e a invasão de agendas político-partidárias em competições esportivas, dividindo um espaço reservado para a união de atletas, torcedores, culturas, povos e nações. Tenho certeza de que o saudoso barão de Coubertin, pai dos Jogos Olímpicos da era moderna, revira-se no túmulo toda vez que o espírito olímpico e esportivo é sequestrado por políticos oportunistas, dirigentes esportivos e atletas desmiolados — muitas vezes podres de ricos —, induzidos ou mal informados, que usam competições, território pacificador, como arma puramente política.

A Alemanha nazista tentou utilizar os Jogos Olímpicos como instrumento de propaganda. Não deu certo

A politização radical do esporte, que já combati em artigos, palestras e entrevistas no questionamento da injustificável incorporação de atletas transexuais no esporte feminino — homens biológicos com genética e estrutura física de homens —, segue firme no seu propósito de desfigurar o que deveria ser o terreno do congraçamento, da paz e da união dos povos e da proteção inviolável das mulheres. O último penetra da festa do esporte é a agenda política do grupo marxista Black Lives Matter, que a toque de caixa anda sequestrando atletas. Sem nenhum entendimento sobre o que o grupo verdadeiramente defende, esportistas têm ajoelhado na abertura de eventos em grotesco pagamento de pedágio ideológico. Conquistam o aplauso fácil de uma plateia entorpecida por “uma mentira repetida mil vezes até que vire verdade” — a máxima de Joseph Goebbles, ministro da Propaganda da Alemanha nazista.

Goebbles também usou o esporte como propagador das ideias nefastas da Alemanha de Hitler, e a Olimpíada mais manchada pela política e pelo racismo foi, sem dúvida, a de 1936, em Berlim. Tudo foi preparado como uma oportunidade para mostrar ao mundo a “superioridade ariana”. Mas quem entrou para a história foi, evidentemente, o negro norte-americano Jesse Owens e suas incríveis quatro medalhas de ouro no atletismo, um golpe histórico e espetacular na intenção de Adolf Hitler de usar os Jogos como instrumento de propaganda.

Na Olimpíada de 1968, no México, outro grupo político também tentou sequestrar o evento com falsas bandeiras de “justas causas pacíficas”, pautas político-ideológicas extremistas e altamente nocivas para a sociedade. Atletas da época se embebedaram com o discurso dos Panteras Negras, grupo criado em 1966 com o suposto objetivo de combater a brutalidade policial contra a comunidade negra norte-americana. O grupo foi desenhado por seus fundadores, Huey Newton e Bobby Seale, sobre um dos pilares da ideologia marxista: dividir para conquistar.

Surge algo que parece uma seita — atletas num bizarro transe, enquanto desrespeitam o hino nacional e a bandeira

O grupo repetia que seu foco era apenas o desejo de melhorar a vida dos negros norte-americanos. Almejava organizar-se como um partido político para ampliar a participação de negros na representação democrática. Não houve sucesso nessa frente. No início da década de 1970, o FBI já apontava atividades criminosas do grupo, que também se envolveu em inúmeros encontros violentos com a polícia. A violência também marcou conflitos internos, como a morte de um de seus membros, Alex Rackley, torturado e assassinado por outros Panteras Negras que o acusaram de ser informante da polícia.

E foi nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, inspirados pelo movimento dos Panteras Negras, que dois atletas negros norte-americanos levantaram o punho no pódio olímpico, marcando mais uma vez a politização do esporte. Uma rápida pesquisa no Google e você encontrará a icônica fotografia de 1968. Foi tirada após a corrida de 200 metros e colocou no centro da polêmica os atletas Tommie Smith e John Carlos. (O punho erguido, símbolo de poder e orgulho negro, tem sido visto nas últimas semanas  por todo o território americano. Ah… se todos que copiam o gesto se dessem ao trabalho de fazer uma pequena busca histórica sobre seu significado…)

O ano é 2020. Atletas da NBA e da Liga de Futebol Americano, a NFL, entram para o rol da politização do esporte. Eles têm comprado — mais uma vez — a divisão política travestida de bondade e preocupação, empurrada desta feita pelo Black Lives Matter. A demonização da polícia entrou em velocidade surpreendente. Se, em 2018, a liga esportiva mais rica do planeta parecia apenas desrespeitar o hino norte-americano e a bandeira nacional, agora se torna quase uma seita. Vê-se a adesão de dezenas de atletas, que exibem um bizarro transe — muitos, quem sabe, com receio do que os fiéis da nova religião possam fazer com quem não repetir o mantra de que a polícia é má e mata negros por puro racismo. Ajoelhar-se em protesto durante o hino nacional em eventos esportivos tornou-se ato corriqueiro e triste de ser visto na TV. As ligas já sofrem quedas bruscas em sua audiência e mais e mais norte-americanos, cansados da politização de tudo, andam desligando seus aparelhos.

Como lutar até a morte pela bandeira que envergonha os astros da nação?

Esportistas como os astros da NFL e NBA fazem parte de um panteão de ídolos que serve de modelo e exemplo para as crianças. Elas veem neles, ou deveriam ver, o resultado positivo de anos de esforço, dedicação, persistência, resiliência, superação e honestidade. Os atletas são protagonistas dos sonhos das próximas gerações — não apenas de esportistas, mas também de civis e militares que defenderão o país com a própria vida nos cantos mais perigosos do mundo e policiais que põem a vida em risco todos os dias.

Se os ídolos desta geração não podem mostrar um mínimo de respeito e reverência aos símbolos nacionais por dois minutos, como justificar que outros façam sacrifícios reais pela pátria ou pela sociedade? Como lutar até a morte pela bandeira que envergonha os astros da nação? O que dizer para viúvas, pais, mães, irmãos e filhos que perderam seus entes queridos nos campos de batalha ou nas ruas norte-americanas tentando defender a liberdade — que enriquece esses astros — e a vida?

É claro que a motivação dos atletas é marcar pontos na guerra político-partidária. Mas, quando o radicalismo ideológico de uma geração desorientada, perdida e manipulada derrota os laços mais básicos que unem o país, começamos a trilhar um caminho que não pode terminar bem. E, se perdermos a América, Deus tenha piedade de nós. Esses meninos mimados da NBA ou da NFL ainda podem ser salvos, nada que uma visita ao cemitério de Arlington não resolva. O que importa é que a tendência de ruptura social seja combatida enquanto ainda pode ser controlada.

Devemos discutir pontos importantes na sociedade sobre racismo e melhorias nas corporações policiais — estas, em sua grande e vasta maioria, compostas de gente de bem, homens e mulheres que honram seu uniforme. A exceção não pode ser pretexto para queimar o país em nome de uma nova revolução sangrenta porque os resultados das urnas não foram satisfatórios para alguns.

Na Copa do Mundo de futebol da França, em 1998, o mundo ficou sem respirar diante de um confronto entre dois inimigos políticos. Ironicamente, Estados Unidos e Irã foram sorteados para dividir a chave F da competição. O medo da hostilidade entre torcidas ou de uma saia justa diplomática em campo era tão grande que o presidente da Federação Americana qualificou a partida de “a mãe de todos os jogos”. Declarou esperar que as seleções mostrassem ao globo o verdadeiro espírito esportivo de civilidade e união. O presidente da Federação Iraniana, por sua vez, oportunamente pediu que todos os jogadores iranianos entrassem em campo segurando rosas brancas.

A seleção iraniana venceu o duelo por 2 a 1, e o medo de que as animosidades políticas entrassem em campo deu lugar a uma partida comovente e com direito a foto histórica entre os jogadores de ambos os times abraçados. O esporte em seu melhor papel, como protagonista, e usado como tem de ser, uma bandeira branca de trégua e esperança.

Uma das lições mais importantes da política é que não devemos e não podemos politizar todos os momentos de nossa vida. Precisamos conhecer e respeitar o que nos une antes de alimentar o que eventualmente nos separa. Essa é a essência do bom esportista, fazer o mundo lembrar que somos parte de algo maior, muito maior, que nós mesmos.

 

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45 Comentários

  1. No ponto Ana Paula! Excelente!

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    • Novamente a hipocrisia e a farsa do POLITICAMENTE CORRETO. É muito fácil ser a favor do BLACK LIVES MATTER com milhões na conta bancária. Vamos doar esses milhões aos negros pobres, será que estariam dispostos? Ou fazer esse protestos ma CHINA,RUSSIA,COREIA DO NORTE, CUBA, onde a democracia e a liberdade são apoiadas pelos governos!. #Hipocritas.

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      • Gostaria muito que seu texto fosse lido por todo mundo. Este em especial, pelo momento qie vivemos, merece uma Medalha de Ouro!!!!
        Obrigada!

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      • Gostei de seu comentário, Roberto.

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  2. Perfeito . Marqueteiros se aproveitando da , muitas vezes , ingenuidade dos atletas. Alem das ligas americanas , Lewis Hamilton , na formula 1 , tambem deixou pessima impressao.

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    • Eu ia comentar exatamente isso, Inácio. Tomei um nojo insuportável do Hamilton por causa disso. Já não ia muito com a cara dele. Agora então não quero nem ouvir falar. Esquerdinha de m****, bilionário e querendo que eu faça caridade com o meu dinheiro. Essa é aliás uma ótima definição de esquerdinha.

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  3. Como sempre, perfeita!

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    • from the IP

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    • Oi,Ana.Muito bom!Você está a par de uma acusação de racismo contra ginastas do Esporte Clube Pinheiros?A coisa toda parece muito nebulosa.Recebi um abaixo assinado para uma manifestação contra quem acusa o clube.Estou hesitando em assinar. Um beijo.

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  4. Comovente

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  5. 👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

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  6. Muito bom.

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  7. Ana as coisas andam para um lado muito perigoso.
    Anunciantes não gostam destas atitudes, e vejo com muita preocupação os empregos em torno da NBA e NFL.
    Os jogadores são tão egoístas que não percebem os danos colaterais de tais decisões.
    Como você alertou de forma perfeita no seu texto, crianças olham e seguem os seus ídolos.
    A revolta contra o perfeito funcionamento da sociedade, tem “investidores” inescrupulosos, como o Soros.
    Que Deus nos ajude…

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    • Perfect!!

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  8. As always, perfect!! You are the best!!

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  9. O que todos nós pensamos! Não escrevemos mas, desejamos que alguém escreva por nós! Com sabedoria! Grato!

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  10. “…como justificar que outros façam sacrifícios reais pela pátria ou pela sociedade?”
    Brilhante Ana Paula!!!!

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  11. Ana Paula…mais uma bela cortada! Acompanho a NBA e minha decepção foi enorme. Quando o campeonato retornou, fiquei muito chocado em ver aquele Black Lives Matter pintado nas quadras e jogadores com suas camisetas pretas estampando o mesmo slogan. Quando é que artistas e desportistas vão entender ceder espaço a movimentos políticos em suas arenas é um desserviço a arte. Violaram a liberdade alheia e também minha audiência.

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    • …e também perderam a minha audiência.

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      • Também fiquei surpreso. Inicialmente não acreditei. Esperei diversas vezes a imagem, para confirmar minha estupefação.
        Sou um ex atleta dependente de boas exibições, vale para quase todos os esportes, excessão dás lutas MMA.
        .
        “Cancelei” a NBA na minha TV.

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  12. Cada um dos seus artigos são como um bálsamo, spkr! Todos (li todos mesmo) são deliciosamente agradáveis, ao mesmo tempo que também são críticas pungentes ao status quo nefasto de certas direções, principalmente àqueles indivíduos alérgicos ao bom senso. Já escrevi aqui uma vez e repito agora: você foi a razão de assinar a revista. Obrigado.

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  13. Parabéns Ana Paula ,texto lúcido e coerente !
    Seus pais devem ter muito orgulho de sua caminhada !
    Pessoas do bem !

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  14. Convivemos com tantos crápulas em nossa caminhada,mas aí de repente nos deparamos com uma cascata de água fresca ,pura e límpida !
    Pessoas que contra põe um mar de lama com uma postura impecável e que nos mostra que até possa haver luz no fim do túnel !
    Precisamos de mais jornalistas com seu DNA Ana Paula ,parabéns !

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  15. A primeira e talvez a única coisa a fazer é combater em todas as frentes está ideologia nefasta da esquerda. O mundo precisa entender que aqueles que defendem a esquerda, via de regra não amam a nada, são sociopatas.

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  16. Larguei a NBA de mão desde que a Bolha dos Play Offs passou a exibir palavras de ordens nas camisas dos jogadores e o mantra do movimento radical colado sobre a sagrada quadra de basquetebol!!
    Faria um bem não somente aos EUA, mas ao Mundo, se ao invés de ‘Black Lives Matter”estivesse estampado “All Lives Matter”.
    Excepcional texto, como sempre Ana!!!

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  17. Larguei a NBA de mão desde que a Bolha dos Play Offs passou a exibir palavras de ordem nas camisas dos jogadores e o mantra do movimento radical colado sobre a sagrada quadra de basquetebol!!
    Faria um bem não somente aos EUA, mas ao Mundo, se ao invés de ‘Black Lives Matter”estivesse estampado “All Lives Matter”.
    Excepcional texto, como sempre Ana!!!

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  18. Parabens Ana, que texto!!

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  19. Texto excelente e comovente!

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  20. Magnífico texto, parabéns.

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  21. Você é um ser iluminado. Que Deus continue lhe abençoando. Sou privilegiada por ter acesso ao seu conhecimento. Parabéns pelo seu curso sobre a história americana. Sigo o mesmo com muito entusiasmo, principalmente porque sou brasileira e americana, vivo em NY!! Muito obrigada por sua disposição em nos ensinar tanto!!! 🙏🏼

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  22. Simplesmente fantástico

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  23. Tá certo. Pontos que refleti.
    1) o covid 19 só mata homem e mulher; trans, gays e outros não morrem na pandemia; 2) somos contra o racismo e a xenofobia, mas hoje em dia nos deparamos com grupos loucos que não sabem distinguir direitos fundamentais, pois se o país fosse considerado racista não teria grandes atletas competindo financiados por grupos empresariais dominados por brancos… 3) pessoas honestas e contra as discriminações em geral são ofendidas pelos grupos de terroristas, quebrados seus negócios, bens, etc… e, às vezes, são pessoas negras que sofre esses ataques.
    Abraços fraternos.

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  24. Muito bom texto, Ana. Sou uma dessas pessoas que deixou de assistir a NBA, principalmente após o patético ato de não entrarem em quadra na última semana, após o caso ocorrido no Wisconsin. Faço apenas um adendo, para aplaudir a atitude do atleta Jonathan Isaac, do Orlando Magic, e do lendário técnico Gregg Popovich, que se recusaram a fazer parte dessa enganação e permaneceram em pé durante o hino. No restante, são um monte de milionários mimados e egoístas, que se colocam acima da população.

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  25. Sensacional!

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  26. Na arquibancada virtual do US OPEN, uma parte dá destaque a esse grupo ideológico, chamado de Black Lives Matter. Apoio descarado do pessoal que adora um único papel, o moeda.

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  27. Ana Paula, lamento dizer-lhe que não sinto nenhum apreço pelo esporte em geral, do futebol à peteca. Deve ser uma falha genética, só pode ser. Entretanto, posso lhe garantir que sou anti-marxista até a alma, esteja quem estiver do lado de lá. Aproveito a oportunidade para cumprimentar-lhe, este seu texto é um primor. Você ainda poderá fazer um texto melhor que este, mas para mim basta.

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  28. Oi,Ana.Muito bom!Você está a par de uma acusação de racismo contra ginastas do Esporte Clube Pinheiros?A coisa toda parece muito nebulosa.Recebi um abaixo assinado para uma manifestação contra quem acusa o clube.Estou hesitando em assinar. Um beijo.

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  29. Essa menina, depois de dar show nas quadras de vôlei pelo mundo, nos brinda com textos deliciosos. Parabéns, mais uma vez.

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  30. Texto sensacional!!! Parabéns!

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  31. Excelente, como sempre! Falta apenas corrigir a grafia do nome do João Santana alemão, Joseph Goebbels.

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  32. Eu continuo te aplaudindo, após tantos anos. Mas, não sou um fã psicopata não! Apenas mais um na sua torcida, que agora nessa nova arena, ainda vibra com as suas “cortadas”.

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  33. Artigos corajosos e sempre respaldados pela História! Excelente!

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  34. Quando você pensa que a coisa está ruim, lembre-se que sempre pode piorar. Passando pela sala onde meu filho jogava videogame, qual foi o meu espanto ao olhar para a tela e ver a cena da abertura do campeonato virtual de beisebol, os jogadores ajoelhados! Num jogo de videogame!!! Veja onde isso foi parar!

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  35. É pra aplaudir de pé!!! 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻 Adoro esportes e acompanho de perto os esportes americanos e está insuportável mesmo. Na maioria das vezes a gente só quer ver um bom jogo e aí tem que ficar aguentando a doutrinação feita pela NBA e NFL agora. Lamentável!

    Responder
  36. Excelente Ana!!!

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