A tirania da cultura do cancelamento - Revista Oeste

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A tirania da cultura do cancelamento
Trump está certo: a cultura do cancelamento está destruindo a liberdade de pensamento
17 jul 2020, 09:30

Trump está certo. A cultura do cancelamento é a arma principal no arsenal dos intolerantes. Em seu discurso de 4 de julho no Monte Rushmore, Trump falou sobre a “arma política da cultura do cancelamento” — a sede totalitária de “afastar pessoas de seu emprego, envergonhar dissidentes e exigir uma submissão total de quem discordar”.

Sobre o culto ao empoderamento, a ideologia do politicamente correto que diz que há apenas uma maneira de pensar sobre história, raça, gênero e inúmeras outras questões, Trump declarou: “Se você não fala a língua deles, realiza seus rituais, recita seus mantras, e segue seus mandamentos, será censurado, banido, incluído na lista negra, perseguido e punido”.

Qualquer pessoa que tenha estado atenta nas últimas quatro semanas saberá que Trump está certo. Terá testemunhado a raiva furiosa e misógina contra J. K. Rowling por se recusar a falar a língua das novas elites despertadas — a criadora do personagem Harry Potter apenas comentara no Twitter que o termo “pessoas que menstruam”, utilizado numa reportagem, poderia perfeitamente ser substituído por “mulheres”; houve, então, um violento furor, sob alegação de que ela estaria sendo preconceituosa contra homens trans que menstruam. Observadores diligentes lembrarão que o secretário de Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Dominic Raab, foi severamente criticado por dias por não se ajoelhar em reverência ao slogan Black Lives Matter e a toda a bobagem identitária que se esconde por trás disso.

E eles viram o ator negro e apresentador de TV Terry Crews ser denunciado como traidor da raça por se recusar a recitar os mantras do novo identitarismo — no caso de Crews, expressando preocupação de que o grito “vidas negras importam” possa se transformar em uma crença de que “vidas negras são melhores”. Em suma, Crews estava flertando com a grande blasfêmia de nosso tempo — a ideia de que “todas as vidas são importantes”.

Há os que estão convencidos de que têm todas as ideias certas e precisam reorganizar a mente  daqueles que não as têm

E, no entanto, qual tem sido a resposta das elites liberais ao discurso de Trump? Negação pura e bizarra. Elas insistem que a cultura do cancelamento é um mito. Dizem que não há guerra cultural contra o passado ou contra os valores morais e culturais das pessoas comuns. É uma mentira espalhada por gente de direita como Trump. De fato, se alguém está iniciando uma guerra cultural, é Trump, dizem. “Trump alimenta a guerra cultural no Monte Rushmore”, como dizia a manchete do jornal The New York Times.

Por que é uma guerra cultural quando Trump critica a cultura do cancelamento e defende a Revolução Americana, mas não é uma guerra cultural quando o New York Times lança um vasto projeto multimídia para diminuir a importância de 1776, o ano em que a América declarou independência, e elevar a relevância de 1619, o ano em que os escravos chegaram aos Estados Unidos? Por que é uma guerra cultural quando Trump incentiva seus apoiadores a enfrentar o novo autoritarismo, mas não há guerra cultural quando o New York Times cede a seus jovens funcionários empoderados e despede seu editor de opinião pelo crime de publicar um artigo “errado” sobre os recentes distúrbios relacionados à morte de George Floyd? Por que é uma guerra cultural quando quem é de direita reclama de intolerância e censura, mas não uma guerra cultural quando as elites culturais impõem tais coisas?

A reação ao discurso de Trump no Monte Rushmore forneceu uma visão fascinante da situação contemporânea, da perspectiva daqueles que estão convencidos de que têm todas as ideias certas e que agora precisam limpar e reorganizar a mente daqueles que não as têm.

A vida no espaço de autorreforço da opinião correta distorce o intelecto humano

O mais impressionante é a dissonância cognitiva. Mesmo quando as estátuas continuam a cair, essas pessoas afirmam que não há guerra cultural contra os valores do passado. Mesmo que as imagens de George Washington sejam queimadas e abusadas e os monumentos a Cristóvão Colombo sejam decapitados e manchados de insultos, elas insistem que não há guerra cultural — exceto daqueles que dizem “deixe as estátuas em paz”, é claro. Mesmo que J. K. Rowling continue sendo submetida a uma série de insultos misóginos, elas alegam que não existe uma cultura séria de intolerância. Mesmo que as pessoas literalmente percam o emprego por criticar o Black Live Matter, elas dizem que o cancelamento do politicamente correto é um mito inventado pelos apoiadores da direita.

É notável. E revelador. Impressiona o nível de autoengano e revela que a vida dessas pessoas se restringe a uma câmara de eco. Pois quando você habita um “espaço seguro”, quando se volta contra o que considera difícil, desafiador ou simplesmente divergente, uma série de coisas ruins acontece. Você se torna dogmático, uma vez que se apega cada vez mais a suas crenças não porque as testou na esfera pública (isso é muito assustador), mas porque simplesmente sabe que elas estão certas. Torna-se menos adepto do pensamento crítico e da autorreflexão crítica. Afinal, como afirmou o cardeal John Henry Newman, “o intelecto humano cresce da oposição”. Forçar-se contra a oposição atrapalha a capacidade de raciocinar e mudar.

E você se torna ingênuo. Divorciado da realidade. Tão cegamente convencido de sua própria justiça que nem reconhece sua censura, sua fúria e seu ódio pelo que são. Para você, são coisas boas e normais. Para você, é bizarro quando alguém o acusa de estar envolvido em cruzadas cruéis de intolerância contra pessoas que simplesmente discordam de você. Passa a acreditar que a cultura do cancelamento é uma coisa decente, a resposta certa para aqueles que são moralmente caídos e que se recusam a falar a língua, realizar os rituais e recitar os mantras de comunidades políticas como a sua. A vida no espaço de autorreforço da opinião correta distorce o intelecto humano a tal ponto que os habitantes desse espaço confundem seu dogma com a verdade, sua censura com um bem público e sua extraordinária crueldade para com os dissidentes com correção moral essencial.

Os que negam a existência do cancelamento vivem num mundo de fantasia no qual eles são os decentes

Em certo sentido, devemos simpatizar com aqueles que dizem que a cultura do cancelamento é um mito. Alguns deles estão apenas mentindo, com certeza, tentando desesperadamente desviar as críticas de seu comportamento imoral. Mas outros dizem isso porque estão totalmente perdidos em meio ao culto cada vez mais frequente à hiperfragilidade. Não conseguem ver o erro que estão cometendo. Entretanto, isso é ruim para aqueles como nós que queremos entender e desafiar a nova política da falta de liberdade. E também é ruim para os negadores, que vivem em um mundo de fantasia no qual eles são os decentes e progressistas no lado certo da história, quando nada poderia estar mais longe da verdade. Tal autoilusão não é saudável.

Então, vamos esclarecer as coisas. A cultura do cancelamento é real e é incrivelmente destrutiva. Aqui está apenas uma pequena parte das pessoas canceladas por pensar diferente no Reino Unido nos últimos anos. A parlamentar trabalhista Sarah Champion perdeu seu lugar na liderança da oposição britânica por se atrever a falar sobre meninas da classe trabalhadora que estavam sendo estupradas por gangues muçulmanas. Alastair Stewart perdeu o emprego na ITV News por um tuíte que alguns disseram erradamente ser racista. O mesmo aconteceu com o apresentador de rádio Danny Baker.

Maya Forstater perdeu o trabalho por ousar criticar o culto ao transgênero. Selina Todd e Julie Bindel estão sem lugar de fala com o público pelo mesmo crime de pensamento. Graham Linehan foi expulso do Twitter por duvidar da capacidade de os homens se tornarem mulheres. Toby Young perdeu o emprego na educação depois que um grupo no Twitter o submeteu a uma rodada de arqueologia ofensiva politicamente vingativa e desenterrou algumas piadas antigas que ele havia feito. A Baronesa Nicholson foi dispensada pelo Prêmio Booker por “transfobia”, um apresentador de rádio da Ilha de Man foi suspenso por criticar a ideia de privilégio dos brancos (agora ele foi reintegrado) e um jornalista galês foi removido do painel de jurados de um prêmio de literatura depois que ele criticou o Black Lives Matter.

Contudo, aqui está o ponto crítico: mesmo quando os alvos dos cancelamentos não perdem o emprego, a cultura do cancelamento continua tendo o efeito nocivo desejado. Asfixia o debate aberto. Envia um aviso claro ao público: expresse essas opiniões e você poderá ser punido; pode até perder sua renda. De fato, o problema central da cultura de cancelamento não é o que faz aos indivíduos — por mais terrível que seja —, mas o que faz à vida pública de maneira mais ampla. Considere o caso de J. K. Rowling. “Ela ainda é uma autora de sucesso. Ela não foi cancelada”, dizem os apologistas misóginos dos ataques que ela recebeu. Rowling, é claro, é um fenômeno cultural global demais para ser cancelado. Isso não funciona nela. Mas e as pessoas que compartilham suas opiniões porém não desfrutam de seu nível de segurança financeira ou cultural? Elas a verão sendo submetida a ameaças de estupro, ameaças de morte, boicotes e difamação e concluirão: “Expressar verdades biológicas é muito arriscado. Não vou fazer isso”.

Essa é a conquista mais grotesca da cultura: cancelar a discussão diária; fazer de pensadores preeminentes exemplos para avisar toda a população; impor e policiar parâmetros de pensamento aceitável e deixar claro que quem se afasta deles corre o risco, nas palavras de Trump, de ser “censurado, banido, incluído na lista negra, perseguido e punido”. É real, está errado e é destrutivo. Isso prejudica os indivíduos e destrói a liberdade. Induz medo nas pessoas comuns e atrapalha o debate público. Uma sociedade saudável é construída sobre liberdade, abertura e direitos de dissidência e experimentação intelectual. A cultura do cancelamento mina todas essas coisas. É por isso que deve ser derrotada.

Sobre esse tema, leia também nesta edição “O método de cancelamento não pode prosperar”


Brendan O’Neill é editor da Spiked e apresentador do podcast The Brendan O’Neill Show. No Instagram: @burntoakboy

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39 Comentários

  1. Esses auto-intitulados “democratas”, dos EUA, deveria ler mais Thomas Sowell e Ben Shapiro.

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    • Que contradição, ..O próprio aviso no espaço para comentários, vai te.punir se for sincero…que bizarro.

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      • Não vejo contradição. Para mim, a pessoa pode ser sincera, sem utilizar “expressões inapropriadas” ou “agressões pessoais”. O debate de ideias e a liberdade de opinião não pode prescindir do respeito entre as pessoas.

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    • Até parece. Nunca.

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  2. Onde está escrito, acima, “deveria”, por favor leiam “deveriam”.

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  3. Esse tipo de texto vale cada real da assinatura

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    • Não deveriam deixar este tipo de matéria restrita aos assinantes. Dificulta a disseminação de conteúdo importante e a entrada de mais assinantes. Gostaria de compartilhar e não posso…

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      • Venho dar apoio a fala do Renato, pois realmente certos artigos exerceriam um papel conscientizador para o público em geral, ampliando o alcance dessas ideias e certamente angariando leitores para a revista.

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    • Menos o aviso de como fazer os comentários….hilário, vão te.punir se vc for sincero. O que só confirma a teoria do “cancelamento”

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  4. Fico me perguntando: como chegamos a esse ponto? Muito triste, isso!

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  5. Brilhante matéria. E inspiradora a quem não se submete a cabrestos ideológicos

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  6. O número de tolos é infinito…
    como dizia um primo do interior de Minas Gerais, eu não estou prestando pra viver nesse mundo mais não…
    Num dô conta… (mineires castiço).

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    • O mais triste é ver que pessoas pacíficas com opiniões importantes deixam de opinar para se preservarem da minoria barulhenta e agressiva que quer impor suas ideias, por mais estúpidas que sejam.

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      • Sabe o que é? Cansa. Tem gente que não tolera uma idéia diferente. Apenas agride. Aí cansa e a gente desiste de tentar…

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  7. Excelente! Fiquei totalmente chocada com os exemplos apresentados. Precisamos encontrar um jeito de nos contrapor efetivamente contra toda essa alucinação.

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  8. Nada é mais fascista que o politicamente correto. Bela artigo. Minha filha é um exemplo disso. Já ouvi várias vezes dela : tu não tens o direito de pensar assim!!

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  9. Uma análise bem feita e isenta como esta precisa ser compartilhada. A população precisa saber o que está acontecendo. Quero compartilhar e não consigo.

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  10. Eu não sei se conseguiremos “cancelar” essa ideia dessa geração (manipulada) que acha que está fazendo progresso mudando o passado, não respeitando mais a opinião contrária a deles e que as pessoas de direita não podem governar porque pensam diferente do que lhes é colocado como correto (na política, na ética ou no meio). Essa geração estará com um problema sério qdo chegar aos 40-50 anos e não terá mais a ajuda dos pais. Uma grande parte dos que gritam hoje, só o fazem porque não precisam trabalhar para se sustentar. A desilusão de seguir piamente os que hoje estão manipulando suas mentes será grande. Tomara que não seja tarde demais.

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    • Ainda hoje eu conversava mais o menos nessa mesma linha com o meu irmão.
      A geração Nutella não tem cerne resistente o suficiente para superar suas crises existenciais; não sabem dirigir a própria vida, mas se acham aptas o suficiente para nortear condutas e dirigir o mundo.

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  11. Está na hora de nós, que não compartilhamos estas baboseiras que emanam dos EUA e refletem no mundo inteiro, partirmos da defesa para o ataque contra esses disseminadores que contos da carochinha.

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    • Um textocritico analítico excelente

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  12. Correção: de contos da carochinha.

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  13. Devemos nos agrupar como eles fazem pra poder contra- atacar.

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  14. Complementando ,” uma andorinha só não faz verão”
    Esse pessoal está organizado e unido.

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  15. Recentemente publiquei um post contra a narrativa da jornalista Eliene Cantanhêde no Estadão 19/07 sobre o platô do vírus na politica e fui atacado como MILICIANO e GENOCIDA por um outro leitor, geralmente o Estadão tem um algoritmo ou censor que excluem posts com ofensas, mas inacreditavelmente esse deixaram por ser conveniente a linha editorial do outrora grande jornal O Estado de São Paulo S.A. Em suma atacar quem se posiciona contra seus colunistas alinhados com essa politica do “politicamente correto” pode, são os propagadores do ódio do bem . Nossa imprensa está impregnada de gente assim, míope e intolerante.

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  16. Eu não vejo um futuro muito bom, infelizmente. Porque não depende só da gente argumentar. O pessoal de esquerda não argumenta, corta e pronto.
    Tive experiências ruins com dois adultos ultimamente. E eu jurava que eles não eram assim. Para um deles enviei a decisão do STF sobre a autonomia de governadores e prefeitos na pandemia. Ele me respondeu: Gosto muito de você. Então, é melhor a gente não conversar mais sobre isso.
    O outro disse que o ministro Alexandre de Moraes podia fazer o que quisesse se fosse pra encontrar quem estava pagando aos blogs governistas para difundir fake news. Insisti que o inquérito do ministro era uma aberração e essa pessoa finalizou com: Temos visões diferentes da mesma coisa.
    Cortei essas pessoas de qualquer debate.
    Por isso, estou pessimista. O cancelamento vai acontecer dos dois lados.

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    • É, Monica. Comigo já aconteceu várias vezes. Na maioria dos casos, nem lamentei, mas em uns dois ou tres foi com uma certa tristeza e amargura que tive que me curvar a essa realidade. É um tipo de mentalidade que nos oferece um dilema: ou nos curvamos a eles deixando de ser nós mesmos, ou acabamos agindo como eles, ao ter que “cancelar” essas pessoas, também, por absoluta impossibilidade de dialogar. Eles nos “cancelam” cancelando qualquer chance de diálogo. É o preço que temos que pagar, se quisermos manter a sanidade mental.

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  17. Recentemente um grande amigo (há mais de 50 anos), de quem ainda gosto, apesar do ocorrido, me disse: Você é a única pessoa inteligente que eu conheço que gosta do Bolsonaro. Só pude responder com sinceridade: Então, lamento te informar que eu sou a única pessoa inteligente que você conhece! Depois disso, deixou de responder às minhas mensagens no Whatsapp, e eu fico constrangido de enviar outras, se tenho que patrulhá-las. Fazer o quê? A insanidade não partiu de mim.

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  18. Excelente artigo. Indispensável.

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  19. Napoleão Bonaparte estava certo. Quem não quer ser oprimido quer ser opressor. Nada mais verdadeiro.

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    • Engraçado, li a mesma frasede outro autor chamado Paulo Freire (A Pedagogia do Oprimido)

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  20. Um dia os “canceladores” se arrependerão dos “cancelamentos”, mas aí será tarde.

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  21. Excelente artigo. Pena que parte da nossa chamada grande imprensa pense de maneira contrária e apoie projetos arbitrários.

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  22. Sem respeito mútuo não há debate público ou particular que resista. O respeito pela opinião diversa, diferente, é a linha vermelha que permite o acordo e o desacordo; como dois amigos que chegam ao bifurcamento, um vai para a esquerda outro para a direita. Capacidade crítica, discurso sustentado e aceitação de liberdade do outro, para pensar diferente, são as “armas” para em Liberdade, vivermos em conjunto. Impor não resolve, negociar sim.

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  23. Excelente texto. Ótimos comentários. Eu me identifiquei com várias situações narradas pelos leitores. E é com tristeza que reconheço que esta realidade veio pra ficar, em maior ou menor grau.

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  24. Excelente texto!

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  25. Muito mi….mi…..mi……
    O mundo está perdendo a graça, esta ficando chato.
    Claro que devemos respeitar as pessoas independentemente de cor, status social, educação, etc…….
    educação vem de casa – liberdade esta nos seu atos
    apenas respeitem a liberdade de cada um

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  26. Essa cultura vem dominando a ciência nós EUA, pois apenas a simples mensao do IA – Inteligent Design – em universidades, por exemplo, fecha portas, gera demissões, etc. Essa perseguição se espalhou a outros setores da vida pública, com o “pensamento único” que não admite controvérsias – vem como ocorrem em “Democracias” de partido único! Veja resumo de um vídeo chamado “Expelidos”, feito nos EUA:
    https://designedarwinismo.blogspot.com/2016/04/darwinistas-intelligent-design-guerra.html

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  27. Sobre o assunto: Nos EUA o Darwinismo não admite controvérsias. Há demissões, exclusões, cortes de investimentos em pesquisas científicas, simplesmente por alguém mencionar O Inteligent Design, por exemplo! Veja no link abaixo sobre um vídeo com dezenas de depoimentos de professores e cientistas perseguidos pela Ditadura do Partido Único:

    https://designedarwinismo.blogspot.com/2016/04/darwinistas-intelligent-design-guerra.html

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Revista Oeste — Edição 27 — 25/09/2020

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