A cada ano, os chineses vão se tornando o principal comprador do algodão brasileiro. Na safra 2020/2021, eles foram responsáveis por adquirir 30% dos mais de 2 milhões de toneladas do produto enviado ao exterior. O Vietnã (17%), o Paquistão (12%) e a Turquia (12%) vêm na sequência.
“O Brasil é um fornecedor confiável, com algodão sustentável e livre de contaminantes”, destacou Qauntao Zhou, empresário do setor têxtil da China, durante a mesa redonda do evento Cotton Brazil 2021. Trata-se de um encontro promovido pela Associação Brasileira dos produtores de Algodão (Abrapa).
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Para os próximos anos, Brasil e China devem ampliar o comércio bilateral. O objetivo do Planalto é superar os Estados Unidos no fornecimento de algodão ao país asiático. Para alcançar esta meta, a Abrapa acredita que o caminho é o aumento de área, já que a cultura no Centro-Oeste — principal região produtora — é semeada como opção de segunda safra. Assim, há a possibilidade de expandir o cultivo depois da colheita da soja na região.
“Júlio Cesar Busato: ‘só vejo tempos bons para a agricultura'”, primeiro capítulo da série A Voz do Agro publicado na Edição 76 da Revista Oeste.






































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