Ministério da Agricultura, Embrapa e Japão assinam acordo de tecnologia

O agronegócio do Brasil exportou 4 milhões de toneladas para o país em 2021
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Acordo visa ao desenvolvimento digital
Acordo visa ao desenvolvimento digital | Foto: Reprodução/Unsplash

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Ministério da Agricultura (Mapa) fecharam um acordo de cooperação com governo japonês. Segundo uma nota da pasta publicada na segunda-feira 9, o convênio foi celebrado por meio da Agência de Cooperação Internacional do Japão.

O projeto visa a promover o desenvolvimento de tecnologias agroindustriais sustentáveis. Por meio delas, o foco é melhorar a produtividade, a sustentabilidade ambiental e a rentabilidade do setor agrícola. O convênio envolve a colaboração público-privada entre os dois países. As primeiras atividades estão previstas para ocorrer no segundo semestre de 2022.

A iniciativa ainda pretende apoiar o estabelecimento de uma plataforma de dados digitais da agropecuária. O sistema vai disseminar tecnologias e informações, além de executar três projetos pilotos nas cadeias produtivas de pecuária de corte, grãos e sistemas agroflorestais.

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Para o coordenador-geral de Inovação Aberta do Mapa, Daniel Trento, esse convênio tem sido muito esperado pelos dois países. O servidor também é um dos responsáveis técnicos pelo projeto.

“O Japão é um parceiro de longa data da agricultura brasileira, pois foi um dos principais parceiros nos projetos da década de 1970 que contribuíram para o desenvolvimento do agro brasileiro”, disse Trento. “Assim, o convênio visa a somar a experiência e a dimensão da agropecuária brasileira de um lado, com a experiência do Japão no tocante às tecnologias de ponta na área digital.”

Do Brasil para o Japão

Em 2021, o agro do Brasil exportou 4 milhões de toneladas para o mercado japonês. A maior parte desses envios partiu do setor de alimentos, de acordo com os dados do Mapa. Somadas, a cadeia produtiva da soja e as carnes foram responsáveis por mais da metade do total.

 Leia mais: “O Brasil vai alimentar o mundo”, entrevista concedida por Celso Moretti, presidente da Embrapa, para a Edição 103 da Revista Oeste

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4 comentários Ver comentários

  1. Se não fosse a esquerda radical: dem, mdb, pt, pp, psdb, psol, psb, pc do b e principalmente as casas de horrores ( cangaço e stf), já estaríamos em primeiro lugar.
    A petralhada infernal proíbe de fazer hidrelétrica, de passar linha de energia, atrasa a internet, atrapalha até construção de ferrovias ( essas reduzirão custos e principalmente poluição). Essa maldita esquerda não construíram refinarias, criaram monopólio da carne e os esquerdinhas retardados ficam dizendo que a carne tá cara, combustível tá caro. Manda o luladrão devolver os trilhões roubados, desviados…

  2. Se os políticos permitirem e deixarem de lado sua ânsia de ganhar sempre mais dinheiro e se os nanostros do STF deixarem de atender no balcão e se prenderem à CRFB, o Brasil, através de sua agricultura, poderá ser o país número um do mundo. E não vai demorar até 2026. O mundo já percebeu que a agricultura brasileira poderá alimentá-los pelos longos anos de escuridão que a Rússia planeja para a Europa, mesmo sem utilizar a bomba.
    Mas precisamos parar com essa vontade doentia, que em lugar nenhum no mundo funcionou sem que os governantes fossem ditadores, de venezuelar o Brasil que os PTistas têm.
    Deus nos fez com dois olhos, duas orelhas, um cérebro e uma boca. Não se morre pelos olhos, pelos ouvidos e pelo cérebro, mas se morre pela boca. Os olhos são para ler a respeito de muitas coisas, mas também para alimentar o cérebro; os ouvidos para ouvir experiências e também para alimentar o cérebro e finalmente, o cérebro trabalha essas informações e conclui que o dito no primeiro parágrafo deste comentário faz mais sentido do que as promessas inexequíveis da esquerda.

  3. Toda parceria tecnológica entre países, além de estreitar as boas relações, é saudável e conveniente para o progresso de ambas as partes. Parabéns aos envolvidos!

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