Na COP26, ministro do Meio Ambiente vai promover etanol brasileiro

O maior evento do mundo sobre meio ambiente é organizado pela ONU e começa no próximo dia 31
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O ministro Joaquim Leite disse que irá promover o combustível brasileiro durante o evento
O ministro Joaquim Leite disse que irá promover o combustível brasileiro durante o evento | Foto: Reprodução/Redes Sociais

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, afirmou que vai defender o uso do etanol durante a Conferência das Partes (COP26), em Glasgow, na Escócia.

O maior evento do mundo sobre meio ambiente é organizado pela Organização das Nações Unidas e começa no próximo dia 31, devendo se estender até 12 de novembro.

“Reafirmo o compromisso do governo federal na promoção do etanol brasileiro como parte de uma nova economia verde durante a COP26”, disse o ministro. Leite fez a afirmação em um vídeo publicado nas redes sociais depois que a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) enviou uma carta pedindo o reconhecimento e a defesa do potencial da bioenergia como instrumento de descarbonização na Conferência do Clima.

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Na carta, a Unica lembra que representa usinas e destilarias responsáveis por mais de 50% da produção brasileira de etanol e outros energéticos renováveis. A entidade sugere que as políticas públicas implementadas no Brasil e o sucesso no uso do etanol e da bioenergia sejam incorporados no posicionamento brasileiro no evento.

“Gostaria de manifestar todo meu apoio ao setor de biocombustíveis. Setor esse que gera emprego verde e reaproveita 90% dos recursos, promovendo uma economia circular e garantindo hoje um transporte verde em todo o território nacional, como veículos elétricos que usam etanol para recarregar suas baterias”, disse o ministro.

Leia mais: “Presidente da COP 26 reconhece práticas sustentáveis do agro brasileiro”

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3 comentários Ver comentários

  1. E dai como ficam os preços internos de açucar e alcool. Vamos lembrar que políticos, empresários e imprensa só metem o sarrafo na Petrobras, pela Politica de Paridade Internacional de preços que afeta a inflação e os consumidores internos, e esquecem que somos os maiores produtores mundiais de SOJA e pelos mesmos fatores internacionais de preços das commodities e cambio, pagamos atualmente R$8,00 por 900 ml do óleo de soja que antes da pandemia custava R$3,00. Não entendo como o pais maior produtor de soja, não pode estabelecer politica que reserve para a demanda interna, liberando o excedente para exportação, dai a compensação natural do preço subsidiado interno pelo próprio produtor ou cooperativa.

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