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Após pandemia, EUA esperam que países reavaliem entrada da chinesa Huawei

A gestão da China frente à pandemia de coronavírus pode impactar a entrada da gigante das telecomunicações Huawei em alguns países, esta é expectativa do secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo. Nesta sexta-feira, ele disse esperar que nações agora encontrem novas razões para recusar a entrada da empresa.

Ao redor do mundo, empresa constrói redes de comunicação com tecnologia 5G

Foto: Redes Sociais

A gestão da China frente à pandemia de coronavírus pode impactar a entrada da gigante das telecomunicações Huawei em alguns países, esta é expectativa do secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo.

Nesta sexta-feira, ele disse esperar que nações agora encontrem novas razões para recusar a entrada da empresa.

“Estou muito confiante de que, neste momento em que o Partido Comunista fracassou em ser transparente e aberto sobre como lidar com os números de maneira apropriada, muitos, muitos países reconsiderem o que estavam fazendo quanto à sua arquitetura de telecomunicações”, disse Pompeo à emissora Fox Business, em entrevista.

Como registra a agência France-Presse, até agora, a Casa Branca não tem tido muito êxito em persuadir até mesmo aliados próximos aos Estados Unidos a rejeitar a Huawei, mesmo tendo ameaçado interromper a troca de informações de Inteligência com eles.

A União Europeia e o Reino Unido disseram no início deste ano que permitirão que a Huawei tenha um papel limitado na instalação das redes de internet 5G.

Foto: Divulgação

Washington proibiu a Huawei de lançar a 5G por preocupações de que a empresa estivesse sob o controle de Pequim, que poderia exercer grande influência para acessar dados confidenciais. O governo chinês nega que a empresa trabalhe para seus interesses.

Os aliados dos norte-americanos concordam cada vez mais com a avaliação de Washington de que a China não foi transparente sobre o coronavírus.

As autoridades chinesas tentaram inicialmente ocultar as notícias da epidemia, inclusive repreendendo um médico que tentou alertar para o surgimento de um novo vírus, em dezembro.

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4 comentários

  1. Errar por desconhecimento é uma coisa. Mas com tantas evidências, creio que essa empresa não deve ter acesso ao mercado brasileiro. Preço baixo, pode ter um custo mais alto, o da violação da privacidade e uso indevido de dados (sabe Deus pro interesse de quem).

  2. Todas as relações, inclusive as comerciais, com os exportadores de vírus devem ser repensadas. Essas ditaduras, principalmente as esquerdistas, aproveitam-se da nossa democracia e liberdade para atacar a nossa soberania. O velho pragmatismo comercial que acaba levando-nos a ter como fornecedor ou como consumidor um único ator é extremamente perigoso, como a atual crise do vírus chinês tem demonstrado.

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