Brasil é o 2º país que mais ofereceu benefícios fiscais durante a pandemia na América do Sul

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Em Em 20 out 2020, 16:00

Brasil é o 2º país que mais ofereceu benefícios fiscais durante a pandemia na América do Sul

20 out 2020, 16:00

Medidas anunciadas pelo governo atingem 11,8% do PIB e só perdem para o valor ofertado pelo Peru, de 15,8%

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Primeiro-ministro, Walter Martos, peruano em visita a uma regiçao afetada pelo coronavírus no país
Foto: Presidência do Conselho de Ministros do Peru/Flickr

O relatório “Uma análise do impacto econômico da covid-19 na América do Sul”, divulgado pela empresa de auditoria financeira KPMG, contradiz àqueles que insistem em afirmar que o governo federal não deu o devido apoio financeiro ao país durante a pandemia.

De acordo com as informações colhidas pelo relatório, o Brasil é o segundo país que mais ofereceu benefícios fiscais durante a crise do coronavírus na América do Sul.

As medidas anunciadas pelo governo tiveram um custo de 11,8% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas aqui) do ano. Só perde para o que foi ofertado no Peru, que ficou em 15,8% do PIB.

Cabe dizer que a taxa de mortalidade do país vizinho é, segundo o site Worldmeters, a segunda maior do mundo, com 1.020 mortes a cada um milhão de habitantes.

Entre as medidas que usaram os recursos federais no Brasil estão, ainda segundo o relatório da KPMG, “apoio temporário à renda das famílias vulneráveis  e compensação aos trabalhadores temporariamente  suspensos ou com redução do horário de trabalho.” Ou seja, o auxílio emergencial, popularmente conhecido como coronavoucher, e os acordos trabalhistas que garantiram o emprego de milhões de brasileiros durante toda a pandemia.

Acesse também: Painel covid-19: A evolução da doença no Brasil e no mundo

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1 Comentário

  1. thabasta amaral vagabhunda! E quem votou nela também é vagabhundo. Peguem essa máscara, e vacina e medidor de temperatura e enfiem no khu!

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