Anvisa aprova pesquisas clínicas para duas possíveis vacinas contra covid-19

Imunizante chinês e nova versão da vacina da AstraZeneca terão segurança e eficácia testadas em estudo
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Anvisa deu aval a mais dois estudos clínicos no Brasil para potenciais vacinas contra a covid-19
Anvisa deu aval a mais dois estudos clínicos no Brasil para potenciais vacinas contra a covid-19 | Foto: Mariana Leal/Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira, 14, duas novas pesquisas clínicas no país para potenciais vacinas contra a covid-19. Um dos possíveis imunizantes vem sendo desenvolvido pelo Instituto de Biologia Médica da Academia Chinesa de Ciências Médicas. O outro é uma vacina da AstraZeneca, a AZD2816.

Os dois estudos devem ser realizados em nove Estados brasileiros, envolvendo 8.792 voluntários.

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De acordo com a própria Anvisa, a pesquisa chinesa envolve uma vacina inativada contra o novo coronavírus (com uso de células do tipo vero, pelo qual parte do processo é semelhante ao da CoronaVac, por exemplo).

O estudo feito pela AstraZeneca utiliza a tecnologia de vetor de adenovírus recombinante, a mesma da vacina patrocinada pela Universidade de Oxford e produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Na prática, trata-se de uma nova versão do imunizante já aplicado no Brasil, modificado para também fornecer proteção contra a variante Beta, identificada inicialmente na África do Sul.

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De acordo com a agência regulatória sanitária, o aval corresponde às fases 2 e 3 do estudo clínico. O objetivo da pesquisa é verificar dados de segurança e eficácia das potenciais vacinas.

“O delineamento de um estudo controlado por placebo ainda é considerado metodologicamente adequado para avaliar a segurança e eficácia da vacina, considerando também que ainda há uma grande parcela da população não vacinada, desde que se leve em conta a possibilidade de acesso dos voluntários às vacinas disponíveis, em um curto período.  Além da aprovação regulatória, qualquer estudo clínico em humanos deve ser obrigatoriamente autorizado pelas instâncias éticas”, informou a Anvisa em nota.

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