Brasil assina acordo de uso da inteligência artificial na área da saúde

Tecnologia identifica quadros de infecção com ao menos dez horas de antecedência [caption id="attachment_244411" align="alignnone" width="1649"] Acordo dissemina uso da Inteligência Artificial na área da saúde | Foto: Twitter ministro…
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Tecnologia identifica quadros de infecção com ao menos dez horas de antecedência

Acordo dissemina uso da Inteligência Artificial na área da saúde | Foto: Twitter ministro Marcos Pontes

Foi firmado na quinta feira, 26, em Brasília, um acordo de cooperação para uso da inteligência artificial na área da saúde, que pode revolucionar o diagnóstico de infecções hospitalares em todo País.

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O protocolo foi assinado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações (MCTIC), Hospital das Forças Armadas, o Ministério da Defesa, o Instituto Laura Fressatto e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, que é uma organização vinculada ao MCTIC.

O projeto batizado de “Laura”, em homenagem ao idealizador, permite que o uso desta tecnologia identifique quadros de infecção com ao menos dez horas de antecedência.

De acordo com o Ministério da Ciência, a tecnologia desenvolvida faz com que um robô cruze todos os dados dos pacientes fornecendo as informações necessárias para a tomada de decisão pelos médicos, tendo a inteligência artificial como ferramenta para a construção de diagnósticos.

“Trata-se de uma conquista para o País e para o mundo. E ajudará muita gente no futuro próximo”, destacou o ministro da Ciência, Marcos Pontes.

O evento contou com a presença do ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva que enfatizou a relevância do projeto, inclusive no combate a covid-19.

“Estamos diante de uma tecnologia de grande valor para o sistema de saúde”, disse o ministro.

Iniciado há uma década, o programa já salvou mais de 12 mil vidas e é utilizado em 30 hospitais brasileiros, possibilitando o acesso à tecnologia 100% brasileira, como relatou o responsável pelo Instituto Laura Fressatto, Jacsson Luiz.

“Com a assinatura deste acordo, pode-se homologar o sistema e disseminá-lo em todo o Brasil”, acrescentou Jacsson.

 

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