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Butantan envia novo pedido para aplicar CoronaVac em crianças

Anvisa recebeu as informações e vai avaliar a liberação da vacina em menores de 5 anos
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O primeiro pedido feito pelo Butantan à agência para incluir a CoronaVac na faixa etária de 3 a 5 anos correu no dia 11 de março
O primeiro pedido feito pelo Butantan à agência para incluir a CoronaVac na faixa etária de 3 a 5 anos correu no dia 11 de março | Foto: Mister Shadow/ASI/Estadão Conteúdo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu novos dados do Instituto Butantan sobre o pedido de autorização do uso da vacina CoronaVac, contra a covid-19, para crianças de 3 a 5 anos.

De acordo com a Anvisa, as informações adicionais foram recebidas na quarta-feira 1º. A submissão foi acordada em reunião realizada no dia 25 de maio como critério para a continuidade da avaliação do pedido.

A Anvisa informou, ainda, que irá iniciar a análise técnica e vai avaliar a necessidade de novas discussões sobre o tema com as sociedades médicas.

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O primeiro pedido feito pelo Butantan à agência para incluir a CoronaVac na faixa etária de 3 a 5 anos correu no dia 11 de março. Em 10 de maio, novas informações que estavam pendentes para a análise do pedido também tinham sido entregues ao órgão federal.

CoronaVac em crianças

A CoronaVac já é usada em crianças e adolescentes em diferentes países, incluindo China, Hong Kong, Chile, Equador, Colômbia, Tailândia e Camboja.

A China autorizou o uso da vacina em crianças a partir de três anos em junho de 2021. O Chile anunciou a mudança da faixa etária em setembro, contemplando inicialmente crianças de 6 a 12 anos. A ampliação para a faixa etária acima de 3 anos foi aprovada pela agência sanitária chilena em novembro.

A Colômbia começou a vacinar crianças com o imunizante em novembro de 2021.

Em janeiro, foi a vez da Tailândia autorizar o uso da CoronaVac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos. Em fevereiro, foram o Camboja, Equador e Hong Kong a liberar a vacina.

Características como eficácia, segurança e capacidade de gerar resposta imunológica foram avaliadas a partir de ensaios clínicos em diferentes países, como África do Sul, Chile, Malásia, Filipinas e Quênia.

A pressa irracional para vacinar crianças

“As crianças correm um risco significativamente menor de desenvolver formas graves de covid-19, em comparação aos adultos”, constatou a Agência de Saúde Pública da Suécia (equivalente à Anvisa), ao informar, em 27 de janeiro, que não recomendava a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos de idade. “Quanto mais jovem, menor o risco”, observou a agência reguladora. A vacinação de crianças foi aprovada no país, mas é voluntária.

Uma semana antes, o governo da Noruega comunicara que a vacina contra a covid-19 seria oferecida a crianças de 5 a 11 anos apenas se solicitado por pais ou responsáveis.” Leia mais na reportagem de Cristyan Costa publicada na edição 98 da Revista Oeste

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2 comentários Ver comentários

  1. João Doria, com seus capangas da ANVISA sobre vacinas Coronavac estão como Alexandre de Moraes e seus capangas do TSE e PF com as Urnas Eletrônicas Intransponíveis e impenetráveis. Conforme Fachin só os russos conseguem rackear as “majestosas” qye só existem aqui e no Butão.

  2. O Butatan já fez todis os restes possíveis? A vacina tem o “padrão ouro”? Se não for assim, nós continuaremos a ser cobaias das Big Farms.

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