Butantan pode ser multado em R$ 30 milhões por quebra de contrato, informa Ministério da Saúde

Pasta argumenta que o instituto paulista negociou doses da CoronaVac antes de cumprir acordo com o governo federal
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O governador de São Paulo, João Doria, ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e do vice-presidente mundial da Sinovac, Weining Meng | Foto: Governo do Estado de São Paulo
O governador de São Paulo, João Doria, ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e do vice-presidente mundial da Sinovac, Weining Meng | Foto: Governo do Estado de São Paulo

O Butantan recebeu uma notificação do Ministério da Saúde (MS). Na quarta-feira 22, a pasta informou que o laboratório negociou doses da CoronaVac a Estados antes de concluir o contrato de 100 milhões de unidades que tem com o governo. Um termo no documento determina a exclusividade do MS com o instituto paulista até que o último lote seja entregue.

Como noticiamos ontem, o Butantan anunciou a venda direta de 2,5 milhões de imunizantes a cinco Estados: Mato Grosso, Piauí, Pará, Ceará e Espírito Santo. Na semana passada, o instituto comunicou haver concluído as entregas ao Programa Nacional de Imunizações. No entanto, o laboratório considerou doses da CoronaVac embargadas por autoridade sanitária.

A quebra do acordo pode custar R$ 30 milhões ao Butantan.

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Leia também: “Precisamos falar sobre a CoronaVac”, reportagem publicada na Edição 67 da Revista Oeste

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