Coordenador do Gaeco assume investigações do caso Marielle

Ministério Público do Rio anunciou o promotor Bruno Corrêa Gangoni como responsável pelo caso de forma temporária
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Investigações sobre o assassinato de Marielle Franco serão conduzidas temporariamente pelo promotor Bruno Corrêa Gangoni
Investigações sobre o assassinato de Marielle Franco serão conduzidas temporariamente pelo promotor Bruno Corrêa Gangoni | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) indicou o promotor Bruno Corrêa Gangoni como o novo responsável, de forma temporária, pelas investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. As informações são da TV Globo.

Gangoni, atualmente, é coordenador do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A nomeação será publicada na edição de segunda-feira 19 do Diário Oficial do Estado.

Leia mais: “Caso Marielle: Justiça condena Ronnie Lessa por destruição de provas”

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“O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) informa que será publicado no Diário Oficial desta segunda-feira (19/07) a designação do promotor de Justiça Bruno Gangoni para atuar no acompanhamento dos processos judiciais e procedimentos extrajudiciais criminais de atribuição da força-tarefa que investiga o caso Marielle Franco e Anderson Gomes”, informou o MP em nota.

Ainda segundo a Promotoria, Gangoni deve permanecer no posto “até que sejam anunciados os novos nomes para atuar na força-tarefa”.

As promotoras de Justiça Simone Sibílio e Letícia Emile, que eram encarregadas das investigações, optaram por não continuar no caso. Ambas alegaram supostas interferências externas e pediram exoneração.

Esposa de Ronnie Lessa é solta

Elaine Lessa, esposa de Ronnie Lessa — acusado de matar Marielle — foi solta pela Justiça do Rio. Ela havia sido condenada por destruição de provas. Um cunhado e dois amigos de Ronnie que estavam detidos também deixaram a prisão e vão responder em liberdade.

De acordo com o MP, Elaine, Márcio Montavano, Bruno Figueiredo e Josinaldo Freitas elaboraram e executaram o plano para se livrar de dezenas de armas que Ronnie Lessa guardava em sua casa. Ele está preso desde março de 2019.

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