Anvisa altera regras para uso emergencial de vacinas contra a covid-19

Agência retirou obrigatoriedade de a empresa fornecer cronograma de disponibilização do imunizante ao país [caption id="attachment_340868" align="alignnone" width="2560"] Foto: Saulo Ângelo/Estadão Conteúdo[/caption] A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alterou…
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Foto: Saulo Ângelo/Estadão Conteúdo | Foto: Saulo Ângelo/Estadão Conteúdo

Agência retirou obrigatoriedade de a empresa fornecer cronograma de disponibilização do imunizante ao país

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alterou na terça-feira 29 dois pontos no documento que trata dos requisitos mínimos para submissão de pedido de autorização de uso emergencial de vacinas para covid-19.

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Em um deles, retirou a obrigatoriedade de a empresa fornecer um cronograma de disponibilização da vacina ao país. Também não é mais necessário informar a quantidade de produto disponível, mas apenas uma previsão.

Outro ponto modificado pela Anvisa trata do TCLE (Termo de Consentimento Livre e Esclarecido) que o paciente vacinado deve assinar. No novo texto, o governo sugere que seja utilizado o modelo adotado pelo Reino Unido ou outro desenvolvido pela empresa.

Leia também: Vacina da Oxford é aprovada pela ‘Anvisa do Reino Unido’

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