Região de Santos questiona índices que impedem ampliação da reabertura

Prefeitos da Baixada Santista questionam governo Doria por cálculos malfeitos que mantêm região com bares, restaurantes e salões de beleza fechados.
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Prefeitos da Baixada Santista questionam Doria por erros que mantêm a região com bares, restaurantes e salões de beleza fechados | Foto: Agência CNT/Wikimedia Commons
Prefeitos da Baixada Santista questionam Doria por erros que mantêm a região com bares, restaurantes e salões de beleza fechados | Foto: Agência CNT/Wikimedia Commons | baixada santista, plano são paulo, retomada econômica, reabertura econômica, joão doria, condesb, fase amarela, bares, restaurantes, salões de beleza

Prefeitos da Baixada Santista questionam governo Doria por cálculos malfeitos que mantêm região com bares, restaurantes e salões de beleza fechados

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Prefeitos da Baixada Santista questionam Doria por erros que mantêm a região com bares, restaurantes e salões de beleza fechados | Foto: Agência CNT/Wikimedia Commons

Os prefeitos da Baixada Santista estão questionando o governo João Doria pelos cálculos que mantêm a região na fase laranja do Plano São Paulo de retomada da economia.

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De acordo com o Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Baixada Santista (Condesb), houve erro nos cálculos de casos e há contradição nas informações para o cálculo da posição das regiões no plano, como uma atribuição de pesos diferentes para dois dos critérios de avaliação.

Em uma das tabelas, os pesos para taxa de ocupação e leitos de UTI, respectivamente, são 4 e 1. No mesmo documento, uma outra tabela indica que os pesos desses mesmos critérios são 3 e 2, respectivamente.

O Condesb também demonstra que a taxa de novas internações apresentada pelo Estado em 24 de junho estava errada. Ela foi levada em consideração para a decisão de 26 de junho.

No Censo Covid de Doria, o índice de internações da Baixada Santista seria de 97,3%, quando, na realidade, estava em 91,22%.

No dia 27 de junho, o censo continuava errado, segundo os prefeitos, com o valor indo a 97,9%, quando o real é de 89,8%. Esse número é o que será usado para decidir se as cidades irão para a próxima fase da retomada no dia 3 de julho ou não.

Os prefeitos questionam ainda inconsistências nos dados de casos diários da região. Os números de Doria apontam que os novos casos ficam normalmente entre 400 e 500 mas, em 19 de junho, o número saltou para mais de 1500, “sem nenhuma razão lógica”, segundo reclamam os gestores do Condesb.

Com os questionamentos, os governantes de Santos, São Vicente, Guarujá, Bertioga, Cubatão, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe querem evitar passar mais uma semana na fase laranja, indo para a fase amarela do Plano São Paulo de retomada econômica ainda nesta sexta-feira, quando restaurantes, bares e salões de belezas poderão ser reabertos nas cidades.

Contudo, a secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado, Patrícia Ellen, em entrevista ao jornal A Tribuna já deu a entender que a Baixada só deve evoluir de fase mesmo no dia 10 de julho.

Outras regiões também já questionaram o governo Doria sobre os critérios do plano.

O prefeito de São Roque, da região de Sorocaba, inclusive, ao saber que a região havia voltado para a fase vermelha em que apenas o comércio essencial pode ficar aberto, decidiu ignorar as ordens do governador.

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2 comentários Ver comentários

  1. Vamos povo paulista exijao ja o impichamento desse DitaDoria ou ele vai destruir a maior economia da america latina pq essa e a intençao dele e sua aliança com a esquerda e quebrar a economia para jogar a culpa no presidente

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