Conheça 5 tratamentos que estão sendo estudados contra a covid-19

Conheça 5 tratamentos que estão sendo estudados contra a covid-19
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Foto: Gerd Altmann/Pixabay
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Todos eles estão sendo analisados por médicos e pesquisadores, que destacam os riscos da automedicação

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Na corrida em busca de um tratamento contra o coronavírus, muitos medicamentos estão sendo testados em hospitais e laboratórios. As pesquisas com remédios já existentes permitem uma resposta mais rápida do que partir “do zero”.

Todos os tratamentos estão sendo estudados por médicos e pesquisadores, que destacam os riscos da automedicação.

Conheça os 5 principais tratamentos que estão sendo estudados contra a covid-19:

1. Remdesivir

O governo dos Estados Unidos afirma que o antiviral conhecido como Remdesivir apresentou bons resultados em testes clínicos a partir de dados da empresa farmacêutica Gilead, que produz o medicamento.

No dia 1º de maio, a Administração de Alimentos e Drogas dos EUA, equivalente à Anvisa no Brasil, aprovou, em caráter emergencial, o uso de medicamento, que até então vinha sendo utilizado em testes, para o tratamento da covid-19.

Num estudo com 1.036 pacientes de Covid-19, parte recebeu o Remdesivir e, outra parte, um placebo. Aqueles que receberam a substância tiveram o tempo de recuperação reduzido em 31%.

No entanto, a droga já falhou em testes contra a hepatite e o Ebola. O remédio não está à venda.

2. Hidroxicloroquina

Originalmente usada contra a malária, a artrite reumatoide e o lupus, a droga tem sido prescrita por médicos para diferentes estágios da covid-19. Por causa do anúncio dos estudos, houve uma corrida às farmácias em busca do medicamento e a Anvisa determinou que ele só seja vendido com receita médica. Os resultados positivos obtidos com o uso do medicamento no combate ao coronavírus foi tema da reportagem de capa da 3º edição da Oeste.

A hidroxicloroquina tem sido usada, na maioria das vezes, associada ao antibiótico azitromicina. Os resultados têm sido considerados por alguns como “promissores” e, por outros, “inconclusivos”. A principal preocupação é com os efeitos colaterais da droga.

3. Dexametasona

Corticóides também são boas apostas. Hospitais de ponta em São Paulo, por exemplo, estão usando a dexametasona em pacientes internados em UTIs. Os médicos estão avaliando a efetividade do medicamento em pacientes com insuficiência respiratória grave, que necessitam de suporte de ventilador mecânico para respirar.

4. Nitazoxanida (Annita)

Em abril, o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, anunciou que o governo está otimista com um remédio que, segundo ele, mostrou 94% de eficácia em testes de laboratório.

Pontes não anunciou o nome, mas descobriu-se que se trata do vermífugo nitazoxanida, conhecido comercialmente como Annita. A expectativa é que o resultado dos testes seja divulgado até a metade de maio. Estudos publicados na China apontam que a droga se mostrou menos efetiva e mais tóxica do que outras alternativas.

5. Plasma de curados

Outra aposta é o uso do sangue de pacientes curados em pessoas que estão enfrentando a doença. Acredita-se que a transfusão de plasma possa levar à diminuição da carga viral no organismo e à melhora dos sintomas, ou à evolução clínica dos pacientes.

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5 comentários

  1. Os senhores deveriam relatar que a Cloroquina e a Hidroxicloroquina vem sendo usadas há dezenas de anos na região amazônica como medicação contra malária. Moradores, profissionais da área de saúde e viajantes que para lá se dirigem para passar um período de tempo tomam a medicação diáriamente. Por que só agora essa conversa de efeitos colaterais “terríveis”? Deve ser porque a patente caducou e a medicação custa muito barato?

  2. Pensei que vocês estavam mais atualizados sobre as pesquisas com a cloroquina… parece que já foi riscada da lista das promissoras tal qual o comprimido que curava câncer.

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