Coronavírus: primeira vacina aprovada na China não é a ‘vacina do Butantan’

CoronaVac, o imunizante chinês que pode ser fabricado pelo Butantan, ainda não foi aprovado
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| Foto: Willian Moreira/Estadão Conteúdo
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CoronaVac, o imunizante chinês que pode ser fabricado pelo Butantan, ainda não foi aprovado

doria anuncia que vacinação
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) | Foto: Willian Moreira/Estadão Conteúdo
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A vacina aprovada nesta quinta-feira, 31, pelo governo da China foi desenvolvida pelo laboratório Sinopharm. Segundo o fabricante, o imunizante, que não está sendo produzido por nenhuma instituição brasileira, tem 79,34% de eficácia.

A vacina chinesa produzida no Brasil pelo Instituto Butantan foi desenvolvida por outra empresa, a Sinovac, e se chama CoronaVac. Até o momento, esse produto não está aprovado para uso em nenhum dos dois países e seu nível de eficácia não foi divulgado.

Leia também: “Governo de SP diz que CoronaVac é eficaz, mas não divulga dados”

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9 comments

  1. Esse canalha tem que ser responsabilizado pelo dinheiro gasto numa vacina inútil, bem como gastos de publicidade em outros estados.

  2. A Receita Federal e o COAF e a PF deveriam ficar de olho no doriana, pois a comissão para trazer a vacina chinesa vai ser grande e será será embolsada em algum paraíso fiscal.

  3. A vacina da Sinopharma foi aprovada pelo governo chinês, mas os dados detalhados dos testes ainda não foram divulgados.
    Vejam: https://www.nytimes.com/2020/12/30/business/china-vaccine.html

    But Sinopharm’s announcement provided no breakdown of results and left many questions unanswered, adding to a lack of clarity that has dogged China’s coronavirus vaccine development for months. Wu Yonglin, the president of a Sinopharm subsidiary, China National Biotec Group, said on Thursday that details of the trials would be published in major academic journals later.

    Scientists said that the headline figures released by Sinopharm were encouraging but that the lack of supporting data made it difficult for the results to be independently assessed.

    Sinopharm on Wednesday did not disclose the size of the trial population or provide detailed information about any serious side effects, data points that scientists look for in such releases.

    “With each of these vaccines we’re dealing with bits and pieces of information, but the Chinese companies have provided even less information than the Russian companies have,” said Dr. Kim Mulholland, a pediatrician at the Murdoch Children’s Research Institute in Melbourne, Australia.

    “At least with the Russian vaccines we were told the number of cases and the basis of evidence for why their vaccine was effective,” said Dr. Mulholland, who has been involved in the oversight of many vaccine trials, including ones for a Covid-19 vaccine.

    Michael Baker, a professor with the department of global health at the University of Otago in Wellington who is an adviser to the New Zealand government, said that while the initial figures from Sinopharm looked promising, without more information it was difficult to know for sure.

    “It’s pretty light on the details,” he said. “One question is: What markets do they propose to use these vaccines in? Because if they want to have a global market, they’re obviously going to have to supply all those details.”

  4. O merchand cretino se associou à mídia podre pra fazer do medo ferramenta de aplicação de uma vacina cheia de dúvidas e inconsistências.
    Usar a TV Cultura e velha mídia vai ser pouco pra esse ditadorzinho chegar onde quer.
    O paulista segue manso e calado!

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