Estados têm falta de estoque de medicamentos contra covid-19

Levantamento da Conass aponta desabastecimento de alguns remédios e provável falta de outros dentro de poucos dias
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UTIs brasileiras podem ficar sem medicamentos em breve, segundo Conass | Foto: Governo do Estado de São Paulo
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Levantamento da Conass aponta desabastecimento de alguns remédios e provável falta de outros dentro de poucos dias

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UTIs brasileiras podem ficar sem medicamentos em breve, segundo Conass | Foto: Governo do Estado de São Paulo
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Um relatório do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) mapeou os estoques de medicamentos dos Estados e apontou situação de desabastecimento de alguns produtos e risco de falta de outros nos próximos dias.

O levantamento teve como foco remédios usados em UTIs e que são fundamentais para o atendimento a pacientes graves de covid-19.

Entre os medicamentos estão sedativos, anestésicos, bloqueadores neuromusculares e substâncias utilizadas na sedação e entubação de pacientes.

As unidades verificadas são aquelas listadas nos planos de contingência de cada Estado, podendo ser públicas ou privadas.

Mato Grosso foi o Estado que apresentou mais itens em falta, seguido por Ceará, Maranhão, Amapá, Tocantins, Rio Grande do Norte, Roraima, Amazonas, Bahia e Pernambuco.

Os estados que estão completamente abastecidos são Alagoas, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Sergipe.

No caso de Mato Grosso, além dos 13 medicamentos indisponíveis no estoque, nove só serão suficientes para o atendimento da demanda prevista para os próximos cinco dias.

Em Pernambuco, a princípio, oito remédios estão em falta e nove devem acabar na semana que vem.

São Paulo, Estado que tem a maior população do país e epicentro da pandemia no país, tem apenas um item indisponível, mas há 14 medicamentos cujo estoque deve durar apenas cinco dias.

Depois de conseguirem autonomia de ações para o combate ao coronavírus no Supremo Tribunal Federal, os entes federativos agora pedem socorro ao governo federal para normalizarem esses estoques.

Em coletiva neste sábado, o Ministério da Saúde anunciou que irá se pronunciar sobre o pedido na próxima segunda-feira, 29.

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