Leitos em hospitais de campanha em SP estão com 50% da capacidade

Dados desta quarta-feira mostram que o Hospital de Campanha do Pacaembu tinha com 94 dos 200 leitos ocupados, ou seja, 47%. Destes, 91 pacientes estavam em leitos de baixa complexidade e 3 em sala de estabilização, equipada com recursos para tratamento de pacientes mais graves.
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Conheça também a ocupação em outros importantes hospitais da capital paulista

Hospital de campanha no Estádio do Pacaembu
Foto: Sergio Andrade/Governo do Estado de São Paulo
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♦ Hospitais de campanha

Dados da última quarta-feira, 22, mostram que o Hospital de Campanha do Pacaembu tem 94 dos 200 leitos ocupados, ou seja, está com 47% de ocupação.

Destes, 91 pacientes estavam em leitos de baixa complexidade e três em sala de estabilização, equipada com recursos para tratamento de pacientes mais graves.

Já o Hospital de Campanha do Anhembi abriga 326 leitos e está com 172 pacientes internados, o que representa uma ocupação de 52,76%. Destes, 164 estão em leitos de enfermaria e oito na sala de estabilização.

A prefeitura ressalta que os dois hospitais de campanha funcionam de portas fechadas, ou seja, as pessoas com sintomas não devem procurar atendimento direto no local. Os pacientes com a covid-19 chegarão, exclusivamente, transferidos por ambulâncias de outras unidades.

♦ Hospital das Clínicas da USP

O Hospital das Clínicas da USP reservou todo o Instituto Central, com 900 leitos, para o tratamento de pacientes com coronavírus, sendo 200 em unidades de terapia intensiva.

No momento, estão internados no HC-USP 352 pacientes contaminados pela covid-19, dos quais 187 em UTIs. Ao todo, 39% dos quartos reservados estão ocupados. Em relação a leitos de UTI, 93,5% estão com pacientes.

♦ Hospital Israelita Albert Einstein

Nesta quinta-feira, 23, no Hospital Israelita Albert Einstein estavam internados 110 pacientes, 82 dos quais confirmados e 28 suspeitos de covid-19. Do total, 45 se encontravam em unidades de terapia intensiva.

Em nota, o hospital informa que de 26 de fevereiro até 22 de abril, o hospital acumulava 391 internações em decorrência da doença. Destas, 272 já tiveram alta e 15 foram a óbito.

A assessoria informou que não divulga o número total de leitos nem a quantidade reservada para tratamento do coronavírus.

♦ Hospital Sírio-Libanês

O Hospital Sírio-Libanês tem 80 pacientes com covid-19, entre os que estão em UTI, semi-intensivo e internação. Ao todo, o complexo hospitalar tem 467 leitos.

A assessoria esclarece que existem leitos reservados apenas para casos de coronavírus, mas não informou quantos, porque o número varia conforme a demanda.

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16 comentários

    1. Acho que não, fosse PSDB estaria pintando um quadro mais dramático para justificar as atitudes do Doria e do Covas, na melhor das hipóteses, uma dupla do safado com o incompetente.

      1. Não vi nada demais na pesquisa. Se fosse noticiado no Antagonista, já distorceriam tudo.

      2. Tenho me recusado a assistir à coletiva mas hoje me esforcei e fiquei! Achei o horror! Será que ainda não perceberam que não têm credibilidade? Querem apavorar o povo, que não acredita e vai saindo para as ruas!!!!! São agentes fúnebres!!!!!

  1. O sistema se saúde já não funcionava. Agora se terá desculpa pra dizer que a falência se seu pela pandemia.
    Esses gastos com tendas também são questionáveis, pois somente na Zona Oeste de São Paulo, temos o hospital universitário – USP – com vários andares e centenas de leitos equipados, mas desativados. Existe o Hospital Sorocabano – bairro da Lapa – igualmente com andares inteiros desativados que poderia ter a estrutura aproveitada.
    Bastava a contratação de temporários, como já se vem fazendo, que a capacidade seria muito ampliada, e certamente ao um custo menor.
    Mas parece que ter alguma coisa pra fazer gastos emergenciais é um objetivo. Fica de olho MP.

    1. Resumindo, a pandemia está sobre controle, até mesmo em SP. E não faz o menor sentido parar todo o país por conta disso. Pessoas morrem o tempo todo e em todo lugar pelas mais variadas causas.

  2. Lamento, esse não é o jornalismo investigativo que esperamos. Onde estão os dados sobre a idade e as comorbidades de todos os internados, quer em leitos comuns ou nas UTIs? É estranho notar que ontem postei um link para a página do Portal da Transparência (Registro Civil), o qual mostra claramente que no período de 01/01 a 23/04, morreu mais gente em 2019 do que em 2020.
    Nenhum comentário até agora? Até onde irá a manipulação da extrema imprensa e dos vagabundos lá do ninho de ratos?

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