Mandetta esquece a máscara e se despede de assessores com beijos e abraços

Ao se despedir dos colegas de ministério, Mandetta esquece as restrições que ele mesmo impôs à população
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Ao deixar a pasta, o agora ex-ministro não seguiu as restrições que ele mesmo impôs à população

“Pode abraçar?”, pergunta uma funcionária do Ministério da Saúde logo que Luiz Henrique Mandetta entra na sala (fechada) para se despedir dos funcionários da pasta. Sem qualquer cerimônia, o agora ex-ministro se aproxima, dá um abraço apertado, olha para a câmera e, ainda com os braços em volta da colega, diz: “A melhor voz do ministério”.

Posando (ainda abraçados) para fotos, a dupla puxa a canção, que é acompanhada pela pequena multidão presente no local: “Viver, e não ter a vergonha de ser feliz. Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz…” Todos entoam (lado a lado) a música de Gonzaguinha.

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Não há máscaras, nem luvas e muito menos “distanciamento social”. A quarentena, pelo visto, ainda não começou no local de onde foi decretada.

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