Novo teste do Einstein detecta coronavírus em larga escala

Disponível a partir de junho, exame é mais barato que o atual, também é padrão ouro e já foi patenteado nos Estados Unidos.
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O presidente do Hospital Israelita Albert Einstein: novo teste para coronavírus terá resultados em larga escala | Reprodução / Facebook
O presidente do Hospital Israelita Albert Einstein: novo teste para coronavírus terá resultados em larga escala | Reprodução / Facebook

Disponível a partir de junho, exame é mais barato que o atual, também é padrão ouro e já foi patenteado nos Estados Unidos

O presidente do Hospital Israelita Albert Einstein: novo teste para coronavírus terá resultados em larga escala | Reprodução / Facebook
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O Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, anunciou a criação de um novo exame para a detecção do coronavírus que fará com que o volume de testes processados diariamente pelo laboratório local seja 16 vezes maior que o do exame atual, o RT-PCR. Segundo a instituição, diariamente será possível entregar 1.536 resultados a pacientes.

O novo exame não apresenta falso-positivo, portanto, tem 100% de especificidade, assim como o atual teste-ouro, o já comentado RT-PCR.

O hospital já registou a patente no Sistema Internacional de Patentes dos Estados Unidos, a primeira do gênero no mundo.

O preço do exame deve ficar em torno de R$ 250, mais barato que o concorrente, mas ainda não está fechado.

O Einsten crê que pode ajudar na testagem em massa da população, que servirá para o controle da expansão dos casos, a previsão de como os sistemas de saúde serão demandados e a retomada das atividades econômicas.

Usando a tecnologia de Sequenciamento de Nova Geração, que normalmente identifica doenças por pequenos fragmentos de DNA, o hospital fez o teste detectar fragmentos de RNA, que formam o vírus da covid-19.

O presidente do Einstein, Sidney Klajner, explicou que o teste começou a ser desenvolvido quando o sequenciamento genético do Sars-CoV-2 foi finalizado no Brasil.

“Chegamos ao diagnóstico com uma escala muito maior. Com equipamento que a gente tem no Einstein, vamos passar de 96 testagens por rodada para 1.536. Por semana, só no Einstein poderemos fazer 24 mil testes”, conta Klajner.

O exame é realizado por meio de cotonetes estéreis (conhecidos como swabs) introduzidos nas narinas e na gargantas de pacientes. A amostra é preparada de acordo com protocolos específicos e, então, é analisada por uma plataforma de bioinformática chamada Varstation, também criada pelo Einstein e que poderá ser vendida para outros laboratórios.

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3 comentários

    1. Exato – Doria e seus asseclas não têm ideia do que os espera – será a maior derrocada da história do PSDB em SP, senão em todo o Brasil. O engomadinho não ganhará nem para síndico de prédio mais.

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