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Pesquisadores querem entender a relação da genética com a covid-19

Pesquisadores querem entender a relação da genética com a covid-19
Foto: CANVA
Foto: CANVA | covid-19 - genética - pesquisadores - voluntários

Estudo está em busca de voluntários no Brasil e em outros países

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Por que a covid-19 tem efeitos diferentes nos mais diversos tipos de pacientes mundo afora? Por quais razões há pessoas que não apresentam sintomas apesar de infectadas? O que faz, por exemplo, alguém ter sintoma como a febre? Por fim, o que faz a doença avançar em determinados organismos?

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Essas são as perguntas que os pesquisadores à frente do projeto denominado “Determinantes Genéticos e Biomarcadores Genômicos de Riscos em Pacientes com Infecções por Coronavírus” visam responder. O trabalho, que reúne profissionais de universidades do Brasil e de outros países, quer, conforme o nome sugere, entender a relação da genética com a proliferação da doença responsável pela pandemia.

Professora do Laboratório de Genética Humana do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB), Silviene de Oliveira explica como se dará as ações da pesquisa. De acordo com ela, um dos objetivos é testar a hipótese de que condições genéticas dos pacientes podem ter relação com a manifestação do vírus.

“Perspectiva de como será a evolução do quadro clínico de um paciente”

“Nosso objetivo é localização de regiões genômicas ou genes que sejam relacionados com predisposição ou a resistência à covid-19. E com isso permitir que seja feita uma triagem dos pacientes no futuro que permita ter de antemão uma perspectiva de como será a evolução do quadro clínico de um paciente”, comenta Silviene, conforme noticiado pela Agência Brasil.

Voluntários

Para avançar com os trabalhos, o grupo busca voluntários. Afinal, a ideia é analisar duas mil amostras ao decorrer dos próximos meses. Mas há uma condição para se voluntariar: é preciso estar infectado pelo novo coronavírus ou já ter enfrentado a doença. Pessoas interessadas e que estejam nessa condição podem entrar em contato com a equipe de pesquisa por meio de mensagens via WhatsApp (61-99156-3973).

Além da UnB, o estudo conta com pesquisadores da Universidade Federal do Pará, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e de instituições de Portugal, Espanha e países da América Latina.

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