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Presidente da Anvisa queixa-se de ‘pressão por vacina’

Instituto Butantan interpelou a agência sobre suposta demora para liberar insumos que ajudam no desenvolvimento da Coronavac
O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra, em evento promovido pela agência | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra, em evento promovido pela agência | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil | O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra, em evento promovido pela agência | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Instituto Butantan interpelou a agência sobre suposta demora para liberar insumos que ajudam no desenvolvimento da Coronavac

presidente da anvisa
O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra, em evento promovido pela agência | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra, reagiu às críticas do Instituto Butantan sobre suposta demora do órgão para liberar a importação de insumos voltados ao desenvolvimento da Coronavac (vacina chinesa). “Não estamos tratando de uma lista de compras”, afirmou Barra, em entrevista ao jornal O Globo, na quarta-feira 28, ao destacar que a Anvisa tem de avaliar com cuidado a questão por se tratar de algo que pode oferecer risco à vida das pessoas. “O processo desse instituto deu entrada no dia 23 de setembro, mas temos que entender que ocorrem discrepâncias”.

“As discrepâncias apontadas foram atendidas parcialmente na noite do dia 22 de outubro e complementadas no dia 23 de outubro”, explicou Barra, esquivando-se de dizer se o Butantan estaria politizando a questão da vacina, para agilizar a aprovação do imunizante chinês. “O que espero é que a população continue confiando pelo menos na instituição que presido, que é quem tem a responsabilidade de dizer a um pai de família ‘vacine sua família’. Espero que a população nunca perca a confiança na Anvisa, justamente por isso me agarro e não abro mão da ciência, e deixo a política para os políticos”, concluiu.

Leia também: “Coronavac: as perguntas ainda sem resposta sobre a vacina chinesa”

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4 comentários

  1. Caberia a PF ficar atenta para identificar qualquer tipo de pressão não republicana? E miito menos de alguma que venham da “REPUBLICA GENEOCIDA DA CHINA”

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