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Seis perguntas sobre a reabertura econômica na capital paulista

Economista faz questionamentos a respeito do modelo adotado pela capital paulista
A Rua 25 de Março, em São Paulo, antes da reabertura econômica | Foto:  ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL
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Economista faz questionamentos a respeito do modelo adotado pela cidade de São Paulo

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A Rua 25 de Março, em São Paulo, antes da reabertura econômica
Foto: ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL

A partir de uma foto publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, o economista e jornalista Luís Artur Nogueira lançou questionamentos a respeito da forma com que a capital paulista está retomando suas atividades. Nesse sentido, a cidade de São Paulo deu início à reabertura econômica nesta semana.

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Há, no entanto, algumas regras para o funcionamento do comércio de rua. O segmento só pode, por exemplo, funcionar quatro horas por dia. Mas será que isso está ajudando? Esse é um dos questionamentos feitos pelo economista. Entre outros pontos, ele pergunta em seu perfil no Facebook:

  1. A aglomeração poderia ser menos intensa (fluxo diluído) com as lojas funcionado por 8 horas em vez de apenas 4 horas?;
  2. Se há tanta gente circulando no comércio, significa que foi gerada uma demanda reprimida entre os consumidores?;
  3. É um sinal de que a recuperação do varejo pode ser mais rápida do que muitos imaginam?;
  4. Qual é o risco de explodir o número de contaminações por covid-19?;
  5. Por que a prefeitura ainda não colocou 100% da frota de ônibus nas ruas?;
  6. Significa que o “novo normal” pós-coronavírus não será tão novo assim?

Além de registrar as perguntas que devem ser analisadas por Bruno Covas, Luís Artur Nogueira já havia contestado o prefeito paulistano, que, conforme noticiou Oeste, pediu “um pouquinho mais de paciência” aos profissionais do comércio da cidade de São Paulo. Nesse sentido, ele lamentou a demora do tucano em definir os protocolos necessários para a reabertura econômica.

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