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Um negócio da China

"Falar em obrigar a população inteira a se vacinar — com uma vacina que não existe — significa o quê?", interpela Guilherme Fiúza
O governador de São Paulo, João Doria, ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e do vice-presidente mundial da Sinovac, Weining Meng | Foto: Governo do Estado de São Paulo
O governador de São Paulo, João Doria, ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e do vice-presidente mundial da Sinovac, Weining Meng | Foto: Governo do Estado de São Paulo

“Falar em obrigar a população inteira a se vacinar — com uma vacina que não existe — significa o quê?”, interpela Guilherme Fiuza

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Quando a vacina chegar, todos já estarão imunizados
Foto: Governo do Estado de São Paulo

“Eis aí uma excelente proposta: chega de espera, vamos vacinar a população antes da vacina. Mas como isso funcionaria exatamente? Muito simples: é só pegar as manchetes, os discursos, as profecias, as bravatas, comprimir tudo numa seringa e mandar para dentro do povo. Adeus, covid”, dissertou o jornalista Guilherme Fiuza, no mais recente artigo que publicou na Revista Oeste. De acordo com ele, a discussão sobre a vacina contra o coronavírus está mais avançada que a própria vacina. “Mas isso é detalhe”, observa Fiuza. “O debate está tão acelerado, com autoridades já anunciando seus planos de imunização, que é capaz de, quando a vacina chegar, já estar todo mundo vacinado”, concluiu.

Leia o artigo completo de Guilherme Fiuza na edição n° 31 da Revista Oeste

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