Covid-19: Saúde conclui o envio de vacinas para a 1ª dose dos adultos

Até o momento, a pasta disponibilizou quantidade suficiente para 265 milhões de injeções
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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga | Foto: Andre Melo/Immagini/Estadão Conteúdo

O Ministério da Saúde concluiu nesta quarta-feira, 15, o envio dos lotes destinados à aplicação da primeira dose da vacina contra a covid-19 na população adulta. O contingente é formado por 158 milhões de habitantes.

Incluindo os imunizantes utilizados na segunda injeção, a pasta já disponibilizou para os Estados brasileiros a quantidade suficiente para 265 milhões de aplicações. O ministro Marcelo Queiroga acompanhou os trabalhos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

“É um dia histórico para o país”, disse o ministro das Comunicações, Fabio Faria. “Dia de agradecer por todo o esforço do Ministério da Saúde, do governo federal e do presidente da República.”

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Leia também: “Covid-19: Ministério da Saúde altera recomendação para vacinar menores de 18 anos”

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2 comentários

  1. A revista Oeste poderia nos proporcionar as avaliações atualizadas de segurança e eficácia das vacinas da Astra Zêneca/Fiocruz, Coronavac/Pfizer/Jansen com as respectivas doses orientadas em bula, responsabilidades técnicas dos respectivos fabricantes quanto aos efeitos adversos, e custo por dose de cada uma delas se produzidas no Brasil ou importada pronta? Seria importante também informar quais vacinas e quando foram aprovadas emergencialmente e já tiveram registro definitivo, bem como, quando o Governo Bolsonaro estabeleceu a ENCOMENDA TECNOLÓGICA com a AstraZêneca/Oxford/Fiocruz, e quanto custará essa vacina com o imunizante totalmente produzido no país.
    Creio que uma boa matéria da revista oeste poderia até ser útil para oferecer aos senadores governistas utilizarem no relatório divergente ao dos donos da CPI do CANGAÇO.
    Outro assunto muito importante será levantar quais índices de letalidade foram observados nas instituições privadas e nas públicas com número de casos COVID tratados com e sem hospitalizações, e quando hospitalizados qual a letalidade geral e dos casos graves. Os levantamentos poderiam ser no Estado de SP, centro de referência médica e de instalações para toda América Latina e que pude observar em entrevista concedida pelo diretor geral do Hosp. Sírio Libanês de SP que para um público de pacientes hospitalizados a letalidade geral foi de 4 a 5% e para casos graves 10 a 11%.
    Seguramente estes índices não foram observados nos hospitais públicos que receberam generosas verbas do governo federal, portanto, fica claro quais governantes foram os mais responsáveis pelas vidas perdidas da covid, tão cinicamente e cansativamente atribuídas ao presidente Bolsonaro nessa enfadonha e criminosa CPI do CANGAÇO.

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