Desatenção ajuda na propagação de ‘fake news’ sobre a covid-19

Estudo indica que ter a atenção dispersa nas redes sociais provoca disseminação de notícias falsas
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Desatenção está relacionada com disseminação de fake news nas redes sociais | Foto: FREEPIK
Desatenção está relacionada com disseminação de fake news nas redes sociais | Foto: FREEPIK | desatenção - covid-19 - redes sociais - fake news

Estudo indica que ter a atenção dispersa nas redes sociais provoca disseminação de notícias falsas

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Desatenção está relacionada com disseminação de fake news nas redes sociais | Foto: FREEPIK

Nada de questões políticas ou partidárias. A falta de atenção é o principal fator para a disseminação de fake news sobre a covid-19 nas redes sociais. É o que aponta estudo realizado pela equipe liderada pelo pesquisador Gordon Pennycook. O tema ganhou vez nesta quinta-feira, 2, no NiemanLab.

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O formato das plataformas digitais, em que conteúdos informativos sobre a doença provocadas pelo novo coronavírus disputam lugar com outros materiais, propicia a desatenção, analisam os pesquisadores. Assim, vira campo fértil para boatos e afins. “Como notícias são misturadas com conteúdos em que a precisão não é relevante (como fotos de bebês e vídeos de animais), as pessoas podem se habituar a um nível mais baixo de análise de assertividade”, escrevem.

Em outro trecho do artigo relacionado ao estudo, cujo a íntegra está disponível na internet em inglês, os botões de engajamento presentes em plataformas de redes sociais são apontados como auxiliares na desatenção. A equipe de Pennycook sinaliza que a quantidade de curtidas e compartilhamentos, por exemplo, fazem com que o público não preste a devida atenção à veracidade — ou não — de determinado conteúdo.

“As pessoas não estão atentas à veracidade”

“A constatação de que as pessoas não estão atentas à veracidade, mesmo quando fazem julgamentos sobre o compartilhamento de conteúdo relacionado a uma pandemia global, levanta questões importantes sobre a natureza do ecossistema das redes sociais”, enfatizam, dessa forma, os pesquisadores.

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