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Escola impõe ideologia de gênero: ‘querides alunes’

Instituição fala em "neutralização gramatical"
Em colégio do RJ, professores vão ter de ensinar que há "querides alunes" | Foto: Canva
Em colégio do RJ, professores vão ter de ensinar que há "querides alunes" | Foto: Canva | colégio franco-brasileiro - ideologia de gênero - querides alunes

Instituição fala em “neutralização gramatical”

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Em colégio do RJ, professores vão ter de ensinar que há “querides alunes” | Foto: Canva

O Colégio Franco-Brasileiro não conta mais com alunos ou alunas. Desde terça-feira 10, a instituição de ensino particular sediada no Rio de Janeiro tem “querides alunes”. Em comunicado enviado aos pais dos estudantes, a empresa informa que passa a dar vez à ideologia de gênero em suas dependências e em suas plataformas de ensino.

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No conteúdo, o Colégio Franco-Brasileiro afirma ser necessário adotar o que se define por “neutralização de gênero gramatical”. Ainda de acordo com a direção pedagógica da escola, a medida é uma forma de combate ao “machismo e ao sexismo”. Segundo o comando da escola, o modelo atual, que simplesmente respeita as normas da língua portuguesa, afeta os estudantes que não se identificam com o “sistema binário de gênero”.

Além de dar como exemplo que, internamente, “querides alunes” passa a ser considerado correto, a direção do colégio abriu a possibilidade de professores e alunos usarem expressões como “queridos alunos e queridas alunas”. De acordo com a instituição, a segunda alternativa se torna aceitável, pois evita a representação de todos os gêneros apenas por substantivo masculino.

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Foto: Reprodução/O Globo

Piada de mau gosto

A decisão do Colégio Franco-Brasileiro do Rio de Janeiro tem movimentado a internet. Usuários do Twitter classificam a medida como piada de mau gosto. Colunista da Revista Oeste, Guilherme Fiuza está entre os que analisaram a situação por meio da rede social. “Querides hipócrites: agora é preciso substituir também o nome da instituição para Franque Brasileire. Façam o seu trabalhe direite”, ironizou o jornalista, que viu seguidores cobrarem resolução por parte do Ministério da Educação (MEC).

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