Estudo da CoronaVac avalia eficácia em crianças e adolescentes

A pesquisa vai testar a vacina em 1,3 mil voluntários de 3 a 17 anos
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O objetivo é comparar a dose da CoronaVac com a vacina pediátrica da Pfizer
O objetivo é comparar a dose da CoronaVac com a vacina pediátrica da Pfizer | Foto: Caio Rocha/Estadão Conteúdo

Uma pesquisa vai testar a eficácia da vacina CoronaVac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos contra a covid-19.

O estudo será realizado no Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), da Universidade Federal do Espírito Santo.

O objetivo é verificar a eficácia, a segurança e a produção de anticorpos e células de defesa nos participantes depois da aplicação de duas doses da vacina. O resultado será comparado com a vacina da Pfizer.

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Ao todo, quase 1,3 mil crianças e adolescentes que ainda não se vacinaram devem participar do Projeto Curumim.

As coletas devem durar um ano, e os exames e as análises vão ser feitos nos institutos Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Instituto Butantan.

O estudo ainda está na fase de recrutamento de interessados. Será disponibilizado, nos próximos dias, um site para consulta sobre o andamento da pesquisa.

O estudo

As crianças e os adolescentes vão receber uma dose inteira da CoronaVac, igual a que foi administrada em adultos.

O modelo é diferente da vacina da Pfizer para crianças, em que houve redução no volume da dose.

Os participantes serão divididos em dois grupos: os que recebem a vacina CoronaVac e os que tomaram a vacina da Pfizer.

“O estudo é necessário para que a CoronaVac possa ser incluída como uma opção de vacina para crianças no Brasil”, disse a médica responsável pela pesquisa, Valéria Valim.

“As crianças maiores de 3 anos têm um sistema imunológico muito ativo e respondem às vacinas melhor do que os adultos. Por isso, há base científica para considerar que uma vacina inativada pode ser suficientemente eficaz e com menos efeitos colaterais em crianças”, explicou a pediatra pneumologista, Carolina Strauss.

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4 comentários Ver comentários

  1. Eficacia do que? Contra aquela Variante inicial que veio da China e que não existe mais? e contra a Delta e da Omicrom protege? acho que não pois a própria Pfizer disse que só teria a vacina atualizada para Omicrom em março.

  2. E o engodo continua. Pior índice de todas apresentadas inicialmente. Indice acochambrado para dar um pouco acima do mínimo requerido pela Anvisa.

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