Fiocruz inicia produção de vacina contra covid-19

Com isso, o Brasil contará, enfim, com uma vacina 100% fabricada em território nacional
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O pedido de autorização para a Anvisa foi apresentado em novembro pela Fiocruz
O pedido de autorização para a Anvisa foi apresentado em novembro pela Fiocruz | Foto: Itamar Crispim/Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) passa a produzir a partir desta segunda-feira, 10, a vacina da AstraZeneca contra a covid-19, com insumo fabricado no país.

Com isso, o Brasil contará, enfim, com uma vacina 100% produzida em território nacional, sem depender da importação do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) de outros países.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na sexta-feira 7 o uso do IFA fabricado pela Fiocruz.

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A produção nacional do produto foi iniciada em julho de 2021, quando houve uma assinatura de contrato de transferência de tecnologia pela AstraZeneca, até então responsável pela produção do IFA.

O instituto tem, até o momento, 21 milhões de doses em IFA 100% nacional. A previsão é que as doses sejam envasadas ainda em janeiro e distribuídas ao Ministério da Saúde em fevereiro, depois de passar por testes de controle de qualidade.

A Anvisa avaliou durante a aprovação do registro que as vacinas produzidas pela instituição possuem as mesmas eficácia, segurança e qualidade que aquelas com o ingrediente importado.

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3 comentários Ver comentários

  1. Mas o mais importante o repórter não diz. Qual será a produção mensal? Como será a distribuição por mês? Essa turma da Fiocruz é picareta e não dá para confiar. A diretora geral nem médica é. É apenas mais uma petista descarada.

  2. É importante que o bom jornalismo da revista oeste destaque que esse PACOTE TECNOLÓGICO foi tratado em meados de 2020, ocasião que o governo federal destinou com a MP 994/2020 e abriu crédito extraordinário de US$300 milhões para o Ministério da Saúde, para financiar a Fiocruz. Lembro que sequer os senadores da CPI da Pandemia que defendiam o governo, expuseram essa negociação que resultou em uma vacina aprovada emergencialmente pela Anvisa em Janeiro/21 juntamente com a tal Coronavac, permitindo que essa criminosa CPI seguidamente condenasse Bolsonaro e seu Ministério da Saúde de negacionista. Vale dizer que a eficácia da vacina Astra/Fiocruz foi superior nos testes a Coronavac, e semelhante a da Pfizer.
    Nada se falou nessa nojenta CPI sobre o custo de US$3,16 dessa vacina produzida pela Fiocruz em comparação aos custos da Pfizer/Coronavac superior a U$12. Lembro ainda que a Pfizer tornou-se a vacina “queridinha” dos cientistas midiáticos, mesmo sem esse Laboratório se responsabilizar por efeitos adversos, que passaram a ser de responsabilidade de nosso governo federal autorizado pelo Congresso. Ou seja, os encargos jurídicos de eventuais demandas serão da população brasileira pagadora de impostos. Cadê o Randolfe?

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