General Villas Bôas descreve caos vivido por ianomâmis

Militar da reserva traz visão histórica sobre o assunto

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'Uma prática comum naquela comunidade é a do infanticídio', diz Villas Bôas | Foto: Reprodução/Twitter
'Uma prática comum naquela comunidade é a do infanticídio', diz Villas Bôas | Foto: Reprodução/Twitter

Em artigo publicado na Edição 147 da Revista Oeste, o General Eduardo Villas Bôas, um dos principais especialistas em Amazônia, descreve em detalhes o caos vivido pelos ianomâmis. O assunto voltou à superfície nas últimas semanas, em razão dos relatos de desnutrição na comunidade ianomâmi de Surucucu, em Roraima, junto à fronteira com a Venezuela.

“Moram em maloca circular, fechada lateralmente por madeira e coberta com palha, em cujo interior as famílias delimitam seu espaço com redes em torno de um fogo”, conta Villas Bôas, referindo-se aos ianomâmis de Surucucu. “Nesse ambiente, respiram um ar carregado de fumaça, que, associado à inexistência de hábitos de higiene elementares, e submetidos ao clima relativamente frio e úmido peculiar da altitude da Serra de Surucucu, resulta num alto índice de doenças respiratórias, mormente entre as crianças. A expectativa de vida entre aquela população pouco ultrapassa os 30 anos.”

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Leia um trecho

“Uma prática comum naquela comunidade é a do infanticídio. Como é próprio da cultura original, as índias se dirigem para o interior da mata quando vão dar à luz. Por força de hábito cultural, é comum o sacrifício do recém-nascido se ele apresentar alguma deformidade, ou se nascerem gêmeos, ou ainda se o primeiro filho for do sexo feminino.

Esse ‘relativismo cultural’ foi denunciado pela revista Veja, em sua edição de 16 de agosto de 2007, acompanhada da informação de que entre 2004 e 2006, cerca de 200 crianças de comunidades indígenas daquela região teriam sido sacrificadas, e que esta prática ocorre em pelo menos 13 etnias nacionais.

Na época, foi bastante divulgada a história da indiazinha Hakani, da etnia suruwaha, do sul do Estado do Amazonas, nascida em 1995. Por não se desenvolver como as outras crianças, foi condenada à morte. Acabou sendo salva por um casal missionário, que a levou da aldeia e depois adotou a menina. Esses fatos, denunciados pela revista Veja, podem ser confirmados no site que já foi hakani.org, hoje é atini.org.br, disponível na internet.

Reconhecemos a extrema importância que a preservação da identidade cultural indígena requer, em razão de sua fragilidade, quando em contato com outras culturas. A pergunta que se faz é: não teriam as ciências sociais desenvolvido alguma metodologia capaz de proporcionar àquelas populações um nível mínimo de hábitos que lhes permitam evoluir em sua qualidade de vida sem que necessariamente ocorra a perda da identidade cultural?

O que a realidade tem demonstrado é que a tentativa de manter intocados os universos culturais indígenas resulta em uma prática falaciosa, inviável e contraproducente, pois o contato acaba inexoravelmente acontecendo. Caso não seja assistido e orientado, ocorre por meio do descaminho ou de atividades ilícitas, ensejando, geralmente, o vício da embriaguez entre os homens, a prostituição entre as mulheres jovens, o garimpo irregular e a extração ilegal de madeiras.

Por outro lado, o tratamento dado à questão indígena em nosso país tem sido marcado por um forte viés geopolítico. Além da demarcação das reservas, não é proporcionado aos índios o desenvolvimento de atividades econômicas que lhes deem sustentação. Permanecem abandonados e é comum vê-los ameaçados em sua sobrevivência física e cultural.

Essa conjuntura fica muito clara quando se visita a comunidade Yanomami de Maturacá, aos pés do Pico da Neblina, poucos quilômetros ao sul da fronteira com a Venezuela. Os cerca de 1,6 mil habitantes, embora já não vivam em malocas, e sim em residência familiares, restringem seu consumo de proteínas ao que obtêm por meio da caça e da pesca, por não terem ainda alterado o traço cultural de não criar animais.

Trata-se de uma região em que os rios apresentam baixíssimo índice de piscosidade, e a caça já começa a rarear, exigindo dos homens vários dias de caminhada para obter um bom rendimento. O pouco que conseguem precisa ser moqueado (tipo de defumação realizada pelos índios), para que chegue em condições de consumo às famílias. Essa carência tende a se agravar, tanto pelo crescimento da população como pelo escasseamento natural da caça disponível.

Um dado importante a ressaltar é que aquela região tem seu bioma absolutamente preservado, não tendo até então sofrido nenhum tipo de dano pela ação de não índios. A tendência que se verifica é que, caso não se introduzam alterações nos hábitos regionais por meio de alguma atividade que lhes supram as necessidades, sérios problemas necessitarão ser administrados no médio prazo.

Ironicamente, a consequência do agravamento dessa situação produzirá argumentos que irão engrossar o coro dos que advogam em favor da manutenção das comunidades indígenas em situação de total isolamento, criando-se, assim, um círculo vicioso.

Por outro lado, não há limites físicos nem distâncias que impeçam o contato eventual entre índios e não índios, principalmente coletores de grande mobilidade, como os seringueiros e os garimpeiros. Nesses contatos fortuitos, é comum algum tipo de escambo, no qual, em troca de alimentos, o não índio oferece seus utensílios. Se for, por exemplo, uma panela, a índia vai com certeza incorporá-la aos seus hábitos, sem conhecer a necessidade de lavá-la. A consequência, em pouco tempo, será a ocorrência de uma inevitável epidemia de diarreia na comunidade.

Esses e outros numerosos exemplos, frequentemente testemunhados por quem tem algum tipo de contato com as comunidades indígenas, mostram as dificílimas condições de vida a que estão sendo relegadas aquelas populações. Essas condições dificilmente serão revertidas caso não se restabeleça, também em relação a esses brasileiros, sua condição de seres humanos, acima de ideologias ou de doutrinas de qualquer natureza.

É chocante, após conviver com essas realidades, constatar o quanto elas são distorcidas quando trazidas à opinião pública nacional. Rarissimamente são divulgadas manifestações por parte dos índios, se elas não estiverem alinhadas com os argumentos ideologicamente filtrados.

Resumindo: no afã de preservar a cultura, sacrificam-se as pessoas.”

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52 comentários Ver comentários

  1. Caramba, vc confia no ladrão amigo, é isso? Que mundo vc vive irmão? Fumou muita maconha hj ou usou crack com a pinga do Nine?

  2. O que o general escreve todo mundo já sabia. Ele só não diz que ninguém se interessa pelo assunto. Tocar nesse assunto agora apenas favorece a narrativa woke da esquerda. Coisa que os militares adoram fazer.

  3. Transformaram essa questão no oba oba político que estamos vivendo. A questão é desconstruir o governo Bolsonaro não importe o preço. O que ninguém lembra é que Lula fez a mesma coisa quando assumiu em 2003. Foi lá na cidade mais pobre do Piauí lançar o tal FOME ZERO, fez uma baita estardalhaço, levou um monte de jornalistas e depois nunca mais apareceu. Anos depois, repórteres da mídia foram no mesmo lugar e verificaram que estava tudo como antes, as pessoas na miséria, morrendo de fome.

  4. Bom dia a todos, também já morei na região de Roraima, infelizmente tive algum contato com a cultura indígena que em alguns aspectos para a maioria da população são extremamente difícil de entender.

  5. Infelizmente nossa mídia é partidária na sua maioria, e uma matéria como essa deveria ter sido replicada em vários meios de comunicação, ponto de vista de quem conhece e tem propriedades para debater o assunto sem viés político.

  6. General Vidas Boas usando a pretensa expertise em temas amazônicos para expor todos os preconceitos e pensamentos mais abjetos que compõem a mentalidade militar e reacionária brasileira. Fácil falar qualquer bobagem quando se ganham supersalários que consomem grande parte dos erário público e quando sempre se sai ganhando uma boquinha com um garimpo ilegal aqui e ali. Colega do presidente e do generalato transportou até cocaína na presença dos tão puros bastiões da moral. A vida do general Pazuello é mais suja que qualquer galinheiro e por aí vai. Que o novo presidente em exercício faça uma limpa e dê cabo no Partido Militar que só prejudica o Brasil. As Forças Armadas não devem emitir opinião; e espero que o general Vidas Boas e sua esposa golpista sejam punidos o quanto antes pelas irregularidades cometidas à constituição de 88.

    1. Cara,tu tem como provar oque dizes?Espero que sejas processado. Um corrupto condenado em 3 instancias no poder ,que levou o Brasil e seu nordeste a ruína, e vens acusar quem sempre esteve do lado do Brasil e seu povo? Só podes ser do mesmo naipe do teu eleito. Jus Brasil e

    2. Bom dia Riqueme. Permita-me um questionamento, desconhecido para mim: o que fez a esposa do General Vilas Boas, considerada golpista? Se puder esclarecer, agradeço. Fiquei curiosa.

      Obrigada

    3. Caramba, vc confia no ladrão amigo, é isso? Que mundo vc vive irmão? Fumou muita maconha hj ou usou crack com a pinga do Nine?

  7. Gal. Villas Boas foi fiel em seu retrato da situação dos índios naquela região. Somos amigos de missionários que atuam junto aos xerentes e é fato que essa população extremamente vulnerável requer cuidados e atenção especiais. Veja-se por exemplo o que está ocorrendo com o governo do Canadá por não ter atentado para o que a população fazia aox índios lá: Ca$ 2 Bi rm indenizações. E olha que é país de 1o. Mundo.

  8. Sr Gal de Exército Infantaria, não sabia que as Academias Militares nem a melhor de todas a de Westpoint ensinam antropologia, portanto às impressões de quem passou pelas Tabas ou por via aérea ou por visita breve não servem como Relatório Antropológico ainda bem. O que impressiona não é a falta de conhecimento geral é a má fé das pessoas que se acham experto sem o devido conhecimento. Aliás isto é típico de Bachareis e Licenciados inclusive Mestes e Doutores Brasileiros.

    1. Ademar, não é necessário ser antropólogo para constatar o óbvio – os índios brasileiros morrem por falta de conhecimento. Basta um pouco de bom senso para constatar e de olhos para ver. Desde Cabral aos dias atuais o número de índios continua a diminuir.

      O mais importante do pensamento do General está na conclusão. “Resumindo: no afã de preservar a cultura, sacrificam-se as pessoas.”

  9. Taí. A palavra de quem sabe o que está falando, com conhecimento de causa e de efeitos. Bem diferente de um certo ministro (que e se diz da justiça) mas age como se fosse juiz de futebol, que apita, marcando falta simulada e caindo na malandragem do jogador.
    Dessa mesma forma age a imprensa tendenciosa e revanchista, dissimulando fatos e distorcendo realidades, para culpar quem não é o verdadeiro culpado. A malandragem e a má fé de certos agentes torna a sociedade revoltada, raivosa e desajustada, por embarcar em narrativas falaciosas de uma classe que influencia os incautos.
    Deus nos livre dessa raça!!

  10. Confiava nas FAs, mas pra mim é muitos, o verde oliva foi manchado pelo sangue vermelho da foice e martelo do comunismo, pela inércia de uma eleição vergonhosa acompanhada e não atestada pelos militares, deixando entrar um descondenado!
    Podem jogar no lixo todas as letras dos hinos militares, porque virou apenas uma ficção com melodias bonitas!
    Povo se sente a deriva vendo punições a pessoas de bem, que apenas se manifestavam, como se fosse bandidos perigosos, e bandidos perigosos sendo beneficiados pelo sistema.
    Adeus forças armadas, e como escuto dizeres de…
    Bonecos enfeitados que não servem pra nada…. triste isso viu?

  11. Essa ideologia nefasta dos petralhas, usam tudo ao seu alcance para fazer políticas grosseiras não importando que se trata de pessoas, mas, onde estavam as ONGs, sustentadas com fundos bilionários, que pregam o isolamento condenando a miséria material e moral desses brasileiros

  12. O general Villas Bôas é um dos últimos bastiões da coerência e da razão sobre os assuntos de que fala e das matérias que assina. Leio e escuto tudo que ele, com inteligência e sabedoria escreve e/ou fala. Desse assunto indígena não pende qualquer dúvida sobre o seu ponto de vista, porquanto profundo conhecedor da matéria.

  13. O extermínio indígena teve início no século XVl, prossegue até hoje, justamente de forma geral, não se encaixam nos projetos civilizatórios, que foram ocorrendo ao longo dos tempos. Essa argumentação é claramente PARCIAL, porque atribui a própria etnia culpa pela hecatombe através do emprego de preconceito histórico (“relativização cultural”). Esse senhor esqueceu de mencionar a autorização de pesquisas e lavras em território indígena através de senhor Heleno ex chefe do GSI, atraindo mais de 20 mil garimpeiros que claro se chocaram com as etnias dessa região do Rio Negro, que somado a evidente falta de assistência do Estado brasileiro gerou a tragédia evidente aos olhos de quem assiste as imagens. Isso são fatos não justificativas que geram preconceito as tribos originárias das quais devo minha origem, e espero que não apaguem este post. Por garantia estou printando.

  14. Deviam sentir vergonha e não usar uma matéria cujo conteúdo remete a um sujeito que perdeu credibilidade e por extensão fez cair a credibilidade das forças armadas. O MPF alertou o governo do Jair a respeito dos yanomâmis. O que se vê é o resultado exposto pela falta de medidas necessárias. Não tem justificativa.

    1. A Pateta da Dilma colocou esse sujeito por entender que ele era equilibrado e moderado. Se enganou, pois boa parte do generalato está contaminado pela sede de um poder que não lhes pertence, pois não são eleitos para representar a sociedade civil na vida política. A função dos militares é outra e é bom que isso fique muito bem claro.

  15. General,vsa foi sensato nas suas palavras,mas no legado q deixou seus pupilos pra representar as FFAA e o povo trabalhador e honesto desse país,o sr deixou a desejar e muito,não sou escolher e deixar o exército em ótimas mãos,leve um pouco de culpa de tudo q esta acontecendo nesse pais

  16. Esclarecimento pontual do general Vilas Boas, que como integrante do Exército Brasileiro conhece bem a geopolítica da região, pois só o Exército Brasileiro se propõe a enfrentar os problemas difíceis dos povos da Amazônia. Essas narrativas do novo governo lulopetista que mostram uma situação ruim de indígenas Yanomami, são para atacar o governo do presidente Bolsonaro, que foi o governo que mais se empenhou em melhorar as condições de vida dos povos indígenas, tentando integrar esses povos a atividades que lhes proporcionasse prosperidade mantendo suas tradições culturais, foi criticado pela esquerda que se aliaram a ONGs internacionais, líderes europeus, ativistas e até artistas que desconhecem totalmente a situação, na verdade existe interesses financeiros na região por parte desses falsos bem feitores que na verdade querem manter os índios em estado de indigência e abandono para poder explorar suas reservas, alegando que esses indígenas devem ser isolados para manter sua cultura. Criticaram Bolsonaro por ir ao encontro dos indígenas para melhorar suas condições de vida, dizendo que devia mante- lós isolados e agora correm lá para mostrar que tem índios isolados, quando na verdade esse novo governo é que criou esse estado de coisas.

  17. Então os índios estão vivendo conforme seus usos e costumes, mas agora decidiram que estavam sendo mal tratados pelo governo anterior. O texto detalha que os indígenas citados tem o costume do infanticídio, na verdade todos as tribos indígenas praticam eugenia assim como povos da África e Oceania, etc… Vale lembrar que nossos queridos países ocidentais também estavam se iniciando na prática da eugenia no final do século 19 e até o inicio da segunda guerra mundial, ocasião em que passaram toda a culpa para os nazistas. Os países comunistas também praticam a eugenia, não atoa que Cuba supostamente tem uma boa saúde.

  18. Infelizmente ao invés de determinados “senhores”, leitores da revista Oeste, buscarem aprender com quem teve acesso aos índios, a Amazônia, e com tudo aquilo que ronda esse assunto, esses “senhores” os tratam de “milico”, xingam-se mutualmente de “fdp” e etc. uma pena que esses “senhores” entrem nesse espaço para reduzir o nível, porque não tem condições de edificá-lo. Ao general meus agradecimentos pelo conhecimento adquirido e repassado. Aos demais um pedido: não revidem os idiotas. Deixem-os falar ao vento, porque são criaturas apequenadas, abjetas, que destilam ódio e seus vazios emocionais são verdadeiras barreiras para conseguirem crescer espiritualmente e intelectualmente….

  19. A situação dos Yanomamis é uma calamidade. O texto do General Villas Boas traz luz em mais um assunto politizado pelo PT. A Esquerda não mede esforços em tentar destruir a reputação do Presidente Bolsonaro e de seu governo acusando-o, injustamente, de genocida.

  20. SE O ALEIJADINHO TIVESSE NASCIDO ÍNDIO NÃO TERIA EXISTIDO AS OBRAS SACRAS, PATRIMÔNIO DAS UNIDAS NAÇÕES.

    07/12/2014

    https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/12/tradicao-indigena-faz-pais-tirarem-vida-de-crianca-com-deficiencia-fisica.html

  21. O Lula e a esquerda não perdem a oportunidade de tirar créditos das desgraças do povo desasticido. Lula dizia lá atrás no passado que acabaria com a corrupção no país. Não tem crédito.

      1. FDP é vc que não entendeu que quem ganha os tubos como esse general tem obrigação de ser mais que mero comentarista.

      2. FDP infelizmente é o senhor; defendendo milico que nunca esteve do nosso lado.

  22. General Villas Bôas, lúcido e esclarecedor como sempre.

    “A luz do sol sempre será o melhor desinfetante”.

    Louis Brandeis (1856 – 1941), advogado norte-americano. Foi membro da Suprema Corte dos Estados Unidos.

  23. Texto muito interessante!

    Quanto é que os indígenas passarão à condição de humanos?

    É preciso abrir essa caixa preta e resolver toda a questão indígena no Brasil.
    Bolsonaro começou esse processo, mas, agora, tudo volta à estaca zero.
    Interesses ideológicos e geopolíticos, como citado no texto.

  24. Como a esquerda só trouxe este assunto a tona só pra querer ganho político contra o Bolsonaro e desviar foco, do desgoverno, nada vai acontecer. Este problema vem de muitos anos, passando pelos 16 anos deste desgoverno que está aí, nada foi feito.

  25. Muito triste isso que acontece nestas tribos, especialmente quando se trata de seres indefensáveis como as crianças.
    Por outro lado precisam tomar cuidado com o descondenado e seus comparsas. O cara é criminoso e está focado em revidar e destruir a imagem do Bolsonaro.
    Tudo que puder vai usar contra o Mito covardemente.

  26. Salvo engano, alguns tentaram falar, e foram “afastados”, e é triste, pois são tão brasileiros como qualquer um de nós, e aliás, estavam aqui nestas terras antes de todos. Espero que a representante dos indígenas que foi nomeada como ministra de Estado, tenha voz por todos eles.

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