MEC autoriza ensino remoto até o fim da pandemia

Decisão permite que escolas públicas e particulares promovam aulas virtuais
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DF - MILTON-RIBEIRO-LANÇAMENTO-APLICATIVO-EDUCACIONAL-GRAPHOGAME - GERAL - O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante lançamento no Ministério da Educação em Brasília (DF), nesta sexta-feira (27), do aplicativo educacional GraphoGame. O aplicativo auxilia crianças no processo de alfabetização e parte do programa Tempo de Aprender, que deve auxiliar as crianças e assimilar o som às letras e sílabas escritas. 27/11/2020 - Foto: FáTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
DF - MILTON-RIBEIRO-LANÇAMENTO-APLICATIVO-EDUCACIONAL-GRAPHOGAME - GERAL - O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante lançamento no Ministério da Educação em Brasília (DF), nesta sexta-feira (27), do aplicativo educacional GraphoGame. O aplicativo auxilia crianças no processo de alfabetização e parte do programa Tempo de Aprender, que deve auxiliar as crianças e assimilar o som às letras e sílabas escritas. 27/11/2020 - Foto: FáTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Decisão permite que escolas públicas e particulares promovam aulas virtuais

O ministro da Educação, Milton Ribeiro | Foto: Fátima Miera/Futura Press/Estadão Conteúdo

O Ministério da Educação (MEC) homologou a resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que afirma que as escolas públicas e particulares do país podem oferecer ensino remoto enquanto durar a pandemia.

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, chegou a dizer aos conselheiros do CNE que vetaria o artigo que mencionava a extensão do ensino remoto, o que causou preocupação entre secretários de educação.

Leia também: “8% dos cursos avaliados pelo MEC têm qualidade insatisfatória”

Depois de longos embates, a resolução diz agora que “as atividades pedagógicas não presenciais poderão ser utilizadas em caráter excepcional, para integralização da carga horária das atividades pedagógicas” quando houver “suspensão das atividades letivas presenciais por determinação das autoridades locais” e “condições sanitárias locais que tragam riscos à segurança”.

O texto também se refere às universidades, mas esta semana o MEC editou portaria indicando que elas voltem ao ensino presencial em março de 2021. Segundo fontes ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo, o governo pode, perto da data, prolongar esse prazo.

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