Ministério da Justiça prova nas fronteiras que o crime não compensa

Ação do governo nas fronteiras e divisas gerou prejuízos de quase R$ 540 milhões aos criminosos nos últimos quase 12 meses. Só da apreensão de cigarros, pasta chefiada por Sérgio Moro evitou prejuízo aos cofres públicos de quase R$ 240 milhões
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Na imagem, o coordenador-geral de fronteiras da pasta, Eduardo Bettini | Foto: Divulgação
Na imagem, o coordenador-geral de fronteiras da pasta, Eduardo Bettini | Foto: Divulgação
Na imagem, o coordenador-geral de fronteiras da pasta, Eduardo Bettini | Foto: Divulgação

O crime não compensa. E os resultados satisfatórios do Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas (VIGIA), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, corroboram isso. Ao longo dos últimos quase 12 meses, os prejuízos aos criminosos chegam a R$ 538,9 milhões (538.918.780,10).

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O valor corresponde às várias apreensões de drogas e contrabandos nas fronteiras e divisas onde atua o VIGIA. Entre 15 de abril de 2019 a 31 de março deste ano, foram apreendidos 46,3 milhões de cigarro (46.311.478), 121,1 toneladas de drogas (121.112,73 kg), 135 embarcações e 1,2 mil veículos (1.246).

AMPLIAÇÃO: Ministério da Justiça vai expandir o VIGIA para Roraima

A apreensão de cigarros também significa um prejuízo evitado aos cofres públicos. No momento em que esse tipo de mercadoria contrabandeada não circula no mercado, os consumidores são obrigados a comprar maços de cigarro em pontos de venda legais, gerando, assim, receitas ao Tesouro Nacional. Dessa forma, o VIGIA evitou prejuízos na ordem de R$ 237,9 milhões (237.943.447,06).

O balanço deixa satisfeito o coordenador-geral de fronteiras da Secretaria de Operações Integradas (Seopi), Eduardo Bettini. “Algumas regiões, a gente tem conseguido realmente fazer com que o crime não compensa. Eu posso te dizer que a gente está conseguindo chegar nesse resultado. No Mato Grosso do Sul e no Paraná, por exemplo, os prejuízos têm sido num volume do tanto de carga e recursos que, realmente, podemos dizer que tem inviabilizado”, destaca à Oeste.

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