Ministério da Saúde abre consulta pública sobre vacinação de bebês

Por enquanto, vacina contra a covid da Pfizer está liberada apenas para bebês que têm comorbidades
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Crianças de 6 meses a 4 anos com comorbidades já estão sendo vacinadas | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Crianças de 6 meses a 4 anos com comorbidades já estão sendo vacinadas | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O Ministério da Saúde abriu nesta terça-feira, 6, uma consulta pública sobre a vacinação de crianças de 6 meses a 4 anos com a vacina da Pfizer contra a covid-19. As manifestações podem ser enviadas pelo site da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) até o próximo dia 15.

A consulta pública está sendo realizada mesmo depois do parecer favorável pela Conitec à aplicação. A comissão é responsável por avaliar medicamentos e tratamentos a serem incluídos no Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde também procedeu dessa forma no fim do ano passado em relação à vacinação de crianças entre 5 e 11 anos.

Em setembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a autorização emergencial da vacina para bebês de 6 meses a 4 anos, aplicada no esquema de três doses e com formulação diferente daquela destinada às crianças maiores e aos adultos.

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Em outubro, a Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização do Programa Nacional de Imunizações (CTAI), composta de técnicos do Ministério da Saúde e especialistas externos, também recomendou a vacina para a faixa etária. Com essas autorizações, o ministério deu o aval apenas para crianças com comorbidades.

Agora, a consulta é referente à ampliação para todos. Alguns especialistas criticam a consulta pública, alegando que isso causa maior demora na liberação e porque se trata de uma decisão técnica. Outros, entretanto, acreditam que, sendo uma vacina emergencial, deve ser adotado o máximo de cautela antes da liberação para pessoas sem comorbidades.

Depois da consulta, o ministério deverá decidir se amplia a imunização para todos os bebês ou apenas para aqueles com comorbidades.

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