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Ministro lista feitos do futuro presidente da Petrobras à frente da hidrelétrica de Itaipu

Joaquim Silva e Luna assumirá a petrolífera se tiver nome aprovado pelo conselho de administração
Vista panorâmica da hidrelétrica Itaipu Binacional, no Paraná
Vista panorâmica da hidrelétrica Itaipu Binacional, no Paraná | Foto: Caio Coronel/Itaipu

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, aproveitou a sua participação na live protagonizada pelo presidente Jair Bolsonaro na noite desta quinta-feira, 4, para enaltecer o trabalho do general Joaquim Silva e Luna. Escolhido pelo Poder Executivo para comandar a Petrobras, Silva e Luna passou os últimos dois anos à frente da usina hidrelétrica Itaipu Binacional, no Paraná.

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Com a estatal vinculada à pasta da Infraestrutura, Gomes de Freitas listou o que considera como trabalho positivo realizado no decorrer de gestão do general. Para o ministro, a forma como o dinheiro foi aplicado na região chama a atenção em relação à Itaipu Binacional dos últimos dois anos.

Nesse sentido, o ministro da Infraestrutura fala em proveito do fim social da empresa. “Tínhamos uma quantidade de recursos que não era usada para questões estruturais. Hoje, com esse recurso, estamos fazendo ampliação da pista de pouso de Foz do Iguaçu (PR), fizemos duplicação do acesso ao aeroporto”, comentou. Ele ainda afirmou que, com Silva e Luna, tornou-se possível investir em melhorias das estradas que cruzam Foz do Iguaçu.

General na Petrobras

Bolsonaro aproveitou para reforçar que não irá interferir nas estratégias da Petrobras. Ressaltou, contudo, ser direito seu nomear alguém para o cargo de diretor-presidente da estatal petrolífera. “Não houve interferência”, enfatizou o presidente da República, que criticou o home office de Roberto Castello Branco, atual ocupante da presidência da Petrobras, no decorrer dos últimos 11 meses.

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1 comentário

  1. Como acionista de longa data, entendo que ainda tem trabalho de saneamento no corporativismo funcional da Petrobras, apesar das excelentes gestões desde Parente ate a de Castelo Branco.
    Creio que a finalidade da troca de comando não é alterar a necessária paridade de preços com o mercado internacional, mas sim atuar com o governo nas soluções dramáticas dos caminhoneiros com seus custos operacionais. Foi incompreensível a fala de Castelo Branco que “a Petrobras não se preocupa com a greve dos caminhoneiros”. Então só ficaria preocupada quando faltasse combustíveis nas bombas?
    Penso que a direção da Petrobras poderia ter discutido com o acionista controlador, que os promissores resultados que a empresa venha obter proporcionem melhores dividendos com os quais a União poderia destinar parte como importante subsidio ao diesel, auxiliar o governo federal a discutir a onerosa tributação do ICMS dos Estados, enfim criar uma harmonia despolitizada.
    Por que tanta irritação se a troca não é por indicação da velha politica? Não é admissível que importante jornalista que respeito tenha dito agressivamente que o presidente trocou um economista por um “milico”, na direção da Petrobras, esquecendo que não se abriu as portas da Petrobras para a corrupção e o inchaço de cargos.

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