Movimento contra quarentena #OBrasilnãovaiparar ganha força nas redes sociais

Ala bolsonarista defende fala do presidente pedindo "volta à normalidade" Nesta sexta-feira, 27, os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ganharam força nas redes sociais contra a quarentena. O…
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Ala bolsonarista defende fala do presidente pedindo “volta à normalidade”

Nesta sexta-feira, 27, os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ganharam força nas redes sociais contra a quarentena.

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O movimento é consequência da defesa feita por Bolsonaro de que as quarentenas sejam suspensas ou flexibilizadas. 

Durante pronunciamento em rede nacional de TV na última terça-feira, o presidente afirmou:

“Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércio e o confinamento em massa”.

A #OBrasilnãovaiparar ficou entre as hashtags mais comentadas do Twitter durante seis horas, chegando a cerca de 37 mil tuítes em defesa do presidente.

https://twitter.com/x1logan/status/1243340460900450304

A oposição tentou levantar um movimento com a hashtag #OBrasilTemQuePararBolsonaro, mas ela não ganhou força diante da defesa ao presidente.

Nesta sexta-feira, além do apoio via internet, organizaram-se carreatas pedindo o fim da quarentena em cidades como São Paulo, Presidente Prudente (SP), Blumenau (SC), Belo Horizonte e Rio de Janeiro, entre outras. 

Dentro de carros, os manifestantes, carregando a bandeira do Brasil, reclamam a volta do funcionamento dos serviços não essenciais, o que inclui o comércio, após decretos de governadores interromperem as atividades econômicas na tentativa de mitigar a transmissão da covid-19 no país.

https://twitter.com/PATRlOTAS/status/1243641762121486337

Embora não exista uma hashtag para organizar as carreatas, é possível que a ala bolsonarista se organize pelo WhatsApp. Vale lembrar a greve dos caminhoneiros em maio de 2018, que interditou milhares de trechos de rodovias brasileiras ao longo de dez dias.

A greve foi considerada a maior mobilização mundial já feita por meio do WhatsApp, segundo um estudo realizado para a BBC Brasil por Yasodara Córdova, pesquisadora da Escola de Governo da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.

 

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