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O prejuízo que 2020 deixará para os alunos no Brasil

Em entrevista a Oeste,  Ilona Becskeház traça um diagnóstico sobre a qualidade do ensino no país
Foto: Wokandapix/Pixabay
Foto: Wokandapix/Pixabay | Sala de aula

Em entrevista a Oeste,  Ilona Becskeház traça um diagnóstico sobre a qualidade do ensino no país

Ilona Becskeházy
A ex-secretária de Educação Básica do MEC Ilona Becskeházy | Foto: Divulgação/MEC

Em um ano em que o mundo parou em razão da pandemia de covid-19, a maior vítima da paralisia pode ser a educação. Em entrevista concedida à Revista Oeste, Ilona Becskeházy, mestre em Educação Brasileira pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro e ex-secretária de Educação Básica do Ministério da Educação na gestão Jair Bolsonaro, traça um diagnóstico sobre a qualidade do ensino e o que viu nos 111 dias que passou em Brasília.

Confira um trecho:

“Se seu filho mora no Brasil e está vinculado a uma escola neste país, certamente está nesta pandemia (aliás, como sempre) aprendendo muito menos que seus pares de idade em países desenvolvidos. Lembro aqui que, se você é de uma família de classe média alta, a educação que seu filho recebe é da pior qualidade. Pior que a do filho de um motorista de ônibus urbano no Canadá, por exemplo. Só dá para sentar e chorar mesmo, se você não puder, ou não quiser, fazer o que sugeri acima.”

A entrevista na íntegra está disponível na edição 33 da Revista Oeste: ‘A educação que seu filho recebe é da pior qualidade’  

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