Os riscos de não tomar a segunda dose da vacina contra a covid-19

Há mais de 1,5 milhão de brasileiros nessas condições
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Vacina contra a covid-19: mais de 1,5 milhão de pessoas não voltaram aos postos de saúde para a segunda dose
Vacina contra a covid-19: mais de 1,5 milhão de pessoas não voltaram aos postos de saúde para a segunda dose | Foto: Bruno Rocha/Estadão Conteúdo

Em todo o país, mais de 1,5 milhão de pessoas não voltaram aos postos de saúde para receber a segunda dose do imunizante contra a covid-19, de acordo com o Ministério da Saúde. O Estado de São Paulo tem o pior número, com mais de 343 mil pessoas. Em segundo lugar, vem a Bahia, com 148 mil atrasados, e, na sequência, o Rio de Janeiro, com 143 mil.

As pessoas que não tomarem a segunda dose das vacinas não estão devidamente protegidas. Elas também correm o risco de ficar com falsa sensação de segurança e levar a vida normalmente, sem tomar os cuidados básicos contra a covid-19, achando que estão imunes ao vírus. “Os dados que temos mostram que a pessoa fica resguardada com duas doses. Se ela toma só uma, não completou o esquema e não está vacinada adequadamente”, explica a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.

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Para quem está com a vacina atrasada, a recomendação do Ministério da Saúde é a de ir ao posto de vacinação o mais rapidamente possível para completar a proteção contra o novo coronavírus. Dependendo do tempo de atraso, talvez seja necessário voltar a tomar a primeira dose. “Se o prazo para receber a segunda dose passou demais, pode ser necessário recomeçar o regime vacinal, pois todos os dados de eficácia que temos são baseados num protocolo. Se fugirmos disso, não temos como garantir a imunização”, afirma a imunologista Cristina Bonorino, professora titular da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

Intervalo entre doses

O tempo entre as doses varia de acordo com o imunizante. Para a vacina CoronaVac (fabricada pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan) é de 14 a 28 dias. Já o intervalo para a AstraZeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford junto com a Fundação Oswaldo Cruz, é de três meses.

Com informações do portal G1

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3 comentários

  1. Entendo que NÃO PRECISAMOS de VACINAS para uma doença que tem cura e também prevenção.

    Dito isso, notem que quase absolutamente não se fala ou cita ações que estão fazendo no Texas, ou mesmo na Austrália, bem como e principalmente Taiwan, seria por que lá eles estão fazendo tudo diferente do resto do mundo e mesmo assim , conseguem resultados espetaculares?

    Enfim, VACINAS são na verdade uma imensa CORTINA DE FUMAÇA para esconder exatamente que elas não são eficazes e inclusive, até certa medida, desnecessárias.

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