Pacientes com coronavírus de um hospital no Piauí foram curados após tratamento com cloroquina

O protocolo utilizado envolve o uso de hidroxicloroquina, azitromicina, anticoagulantes e corticoides, dependendo do estágio da doença
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O protocolo utilizado envolve o uso de hidroxicloroquina, azitromicina, anticoagulantes e coricóides, dependendo do estágio da doença

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Um hospital de Floriano, no interior do Piauí, informou nesta terça-feira, 12, que conseguiu curar pacientes infectados com coronavírus e esvaziar a UTI depois de seguir os protocolos estabelecidos pela médica brasileira Marina Bucar Barjud, do Hospital HM Puerta del Sur, em Madrid, na Espanha. As intervenções envolvem o uso de hidroxicloroquina, azitromicina, anticoagulantes e corticoides, de acordo com a fase do tratamento.

De acordo com as orientações da médica, na 1ª fase da doença (até 5 dias), quando os sintomas mais recorrentes são dor de cabeça, perda de olfato, enjoo, diarreia e tosse seca, a indicação é usar hidroxicloroquina, azitromicina e anticoagulante. A partir da fase 2, quando começa a inflamação dos pulmões, com falta de ar, é recomendada a introdução do corticoide. Em algumas situações, são usados vermífugos, como a Ivermectina ou o Albendazol.

Segundo os médicos do Hospital Regional Tibério Nunes, houve “melhora significativa” no quadro de saúde dos cinco infectados. O oncologista Sabas Vieira, que divulgou os resultados num vídeo publicado em suas redes sociais, salientou que não há necessidade da população comprar os remédios, que só podem ser administrados segundo orientação médica.

O Piauí registrava, nesta terça-feira, 1.332 casos de coronavírus. Destes, 45 morreram e 236 haviam se recuperado. Em Floriano, dos 17 pacientes confirmados, oito estavam curados e não foram registrados óbitos. A cidade tem 57 mil habitantes.

Nesta quarta-feira, 13, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que solicitará ao ministro da Saúde, Nelson Teich, que inclua a hidroxicloroquina no protocolo de atendimento a pacientes com sintomas leves da covid-19 pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Como estamos em uma emergência, a cloroquina, que sempre foi usada desde 1955, e agora com a azitromicina, pode ser um alento para essa quantidade enorme de óbitos que estamos tendo no Brasil”, afirmou Bolsonaro. O Ministério da Saúde já utiliza o medicamento no SUS, mas apenas em casos de média e alta gravidade.

Em depoimento ao site da revista Oeste, Marcos Stávale, um dos maiores neurocirurgiões do Brasil, contou que sua mulher sentiu os sintomas do coronavírus desaparecerem menos de 24 horas depois de começar a tomar a hidroxicloroquina associada à azitromicina. A reportagem de capa da 3ª edição da revista Oeste publicou depoimentos de diversos pacientes que também se curaram graças ao medicamento.

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2 comentários

  1. Chega de política. Vamos utilizar as informações que possuímos e salvar vidas! Parabéns aos médicos do hospital no Piauí por terem iniciativa.

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