PF investiga contrato de R$ 880 milhões com gráfica do Enem

A Controladoria-Geral da União identificou irregularidades na licitação entre os anos de 2010 e 2018
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Os agentes da PF cumprem 41 mandados de busca e apreensão em três cidades
Os agentes da PF cumprem 41 mandados de busca e apreensão em três cidades | Foto: Divulgação/Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira, 7, uma operação contra suposta fraude em contratos de gráficas que imprimiam provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Os agentes cumprem 41 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Segundo a investigação, servidores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) favoreceram empresas em contratos milionários.

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A operação é conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU). Uma auditoria da CGU, realizada em 2019, revelou irregularidades nos contratos firmados com uma gráfica entre os anos de 2010 e 2018.

A empresa teria sido favorecida no processo de licitação para fechar o contrato com o Inep. Entre as provas que a gráfica imprimia estava a do Enem.

Durante o período investigado, foram pagos cerca de R$ 880 milhões nos contratos estabelecidos. A suspeita da CGU é que cerca de R$ 130 milhões foram superfaturados.

O dinheiro seria destinado para o pagamento a servidores públicos, diretores e consultores que estavam aliados nessa organização criminosa

Ainda de acordo com a PF, as pessoas envolvidas no esquema teriam tido enriquecimento ilícito de aproximadamente R$ 5 milhões.

A Justiça Federal determinou o sequestro de R$ 130 milhões dos envolvidos na investigação.

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14 comentários Ver comentários

  1. Puxa-se uma pena vem uma galinha…Aonde passa um petista o rombo no que é alheio fica.
    Roubam até na hora da morte.Cade os respiradores do ladrão GABAS ou ABAS,sei lá?Esse é outro que ficará impune.

  2. A Folha dd São Paulo tem que botar as barbas de molho. Tem que prender a diretoria e deixa-los mofando com a pena dd prisão 8 anos, a mesma quantidade de anos que roubaram o povo.

  3. Bom dia. Escutei esta noticia hoje na Radio Eldorado (estava modulando a frequencia e cai nesta rádio) que é mantida pela Folha de SP, deram a noticia como se a investigação fosse sobre o contrato atual. Não citaram a data, apenas que existiam indicio de fraude na impessão das provas do ENEN…..inacreditavel o grau de canalhisse que esses esquerdistas chegaram……Se vc não tem acesso a uma fonte confiável, fica dificil ficar sabendo da verdade……

    1. Está mesma notícia surgiu no jornal da BAND.No noticiário dava a entender,para os menos avisado, que se tratava da gestão atual.É uma maldade sem limites.Essas pessoas que desinforma a população com notícias mentirosas precisam ser punidas.

  4. Ninguém pode impedir que determinado funcionário público tenha lá suas ideologias. Mas quando esse mesmo funcionário utiliza de seu posto para militância dessa ideologia, aí o caso fica grave. Então foi esse o motivo de tanta demora em colocar a lume esse esquema corrupto contra o estado e a favor de um partido político criminoso. Como corrigir isso? Eu não sei, sinceramente.

  5. uma das envolvidas fechou as portas na calada da noite em um final de semana e se pirulitou para os EUA de onde sao oriundos. Nem os funcionarios pagaram……
    Tem que ir cobrar a conta la com o ” Retardado Joe”

  6. Querem apostar quanto que nesse ninho de ratos como sempre tem as mãos sujas da esquerdalha satânica? O difícil é saber que mesmo se esses ratos forem presos algum dia, vem uma turma de Gilmares da vida e solta todo mundo para rirem das nossas caras. Canalhas!!

  7. Acho que todos os grandes concursos públicos federais da Era Petista deveriam ser investigados.

    Havia, claramente, um plano de aparelhamento rápido do Estado. Essa suspeita é plausível, se levarmos em conta a audácia e magnitude do Mensalão e do Petrolão. Havia uma organização criminosa em escalada frenética pelo poder, para assumir o controle das riquezas do país, inclusive do gado humano.

    E no meio dos casos de corrupção e fraudes identificados, houve a participação de várias gráficas e agências de publicidade. Um modus operandi.

    Qualquer protocolo destinado a garantir sigilo de documentos fica inutilizado se um vazamento for montado na fase de impressão. Inclusive porque, sendo empresas privadas, as gráficas e seus funcionários escapam das sanções previstas para agentes públicos.

    Infraudáveis, só as urnas eletrônicas do Barroso.

    1. Leila, não duvido nada pois, geralmente são os modos operantes dos ratos ao primeiro sinal do predador, ou seja, corre negada, deu ruim.

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