Revista Oeste - Eleições 2022

PF reabre investigações do atentado a faca contra Bolsonaro

O inquérito foi retomado depois do sinal verde do Tribunal Regional Federal, em Brasília
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O atentado aconteceu em 2018 durante campanha eleitoral nas ruas da cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais
O atentado aconteceu em 2018 durante campanha eleitoral nas ruas da cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais | Foto: Reprodução/Redes Sociais

A investigação do atentado a faca contra o presidente Jair Bolsonaro, na campanha eleitoral de 2018, foi reaberta pela Polícia Federal (PF).

O inquérito foi retomado depois do sinal verde do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF-1), em Brasília, que no início do mês derrubou as restrições que travavam as apurações.

A PF poderá agora analisar o material obtido a partir da quebra de sigilo bancário do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior. Na época do crime, ele defendeu Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada.

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O delegado Rodrigo Morais Fernandes também poderá acessar o conteúdo da operação que fez buscas no escritório do advogado, ainda em 2018.

Na ocasião, os agentes apreenderam celular, livros-caixa, recibos e comprovantes de pagamento de honorários. No entanto, não puderam se debruçar sobre o material por decisão liminar da Justiça, que foi anulada no último dia três pelo TRF1.

A linha de investigação retomada pela PF busca verificar se alguém pagou pelo trabalho de Zanone no caso ou se o advogado assumiu a defesa de Adélio para ganhar visibilidade.

Em etapas anteriores, a Polícia Federal concluiu que Adélio agiu sozinho, sem cúmplices ou mandantes.

Ele também foi considerado incapaz de responder pelo crime por sofrer distúrbios psicológicos e cumpre medida de segurança na penitenciária federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, por tempo indeterminado.

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo

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3 comentários Ver comentários

  1. Sabe, tenho aprendido que, com determinados segmentos, onde o direito é dele e o dever é nosso, não podemos jogar dentro das quatro linhas (como diz Bolsonaro). No tempo da dita ditadura militar (que saudade da liberdade), em cinco minutos numa salinha fechada (até menos, creio eu), esse advogadozinho do Adélio, o “incapaz”, cantaria o hino do Japão de trás pra frente em ritmo de samba! Absurdo e inadmissível aceitar que um religioso de bom coração tenha, em tão pouco tempo, se sensibilizado com esse “incapaz”, Adélio!
    Hoje, qualquer brasileiro de bem, indignado com o autoritarismo desses urubus togados, se pegar um cara desses, com certeza faria cantar também! Minha parte eu garanto!!

  2. TEM QUE INVESTIGAR MESMO!!! ERA SÓ O QUE FALTAVA, UMA PESSOA SOFRER UM
    FERIMENTO GRAVE E NÃO PODER SABER O QUE REALMENTE ACONTECEU!!! ALIÁS, SOMENTE UM PERFEITO OTÁRIO ACREDITARIA QUE UM PROFISSIONAL DO DIREITO DEIXARIA SEU ESCRITÓRIO PARA IR SOCORRER JURIDICAMENTE ALGUÉM QUE NUNCA VIU, E AINDA FOI DE AVIÃO!!! AFINAL, HÁ DEFENSORES PÚBLICOS PARA A PESSOA QUE NÃO PODE PAGAR HONORÁRIOS!!! NEM A VELHINHA DE TAUBATÉ ACREDITARIA!!!

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