Presidente do Google BR afirma: ‘Plataformas não têm de julgar conteúdo’

Fábio Coelho observa que, apesar de discursos mirabolantes, todos têm direito à voz na internet
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Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que vai cercear a liberdade de expressão | Foto: BRIONV/FLICKR
Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que vai cercear a liberdade de expressão | Foto: BRIONV/FLICKR | Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que vai cercear a liberdade de expressão | Foto: BRIONV/FLICKR

Fábio Coelho observa que, apesar de discursos mirabolantes, todos têm direito à voz na internet

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Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que vai cercear a liberdade de expressão | Foto: BRIONV/FLICKR

Não cabe às plataformas digitais decidirem o que é fake news ou não. É o que constatou o presidente do Google Brasil, Fábio Coelho. “O problema é que, agora, temos na nossa sociedade pessoas tentando mudar a realidade: terraplanismo ou os que não acreditam em vacina. É uma loucura. São teses não comprovadas. Mas como você faz? Essas pessoas também têm direito a voz”, afirmou durante live da Federação Brasileira de Bancos transmitida na quarta-feira 29, ao ser questionado sobre fake news.

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Leia também “A lei da mordaça”, artigo de J.R. Guzzo, publicado na edição n° 15 de Oeste

Conforme Coelho, o Google remove conteúdos, como racismo e incitação ao ódio, mas se a problemática for uma divergência de opinião, não há como a empresa interferir. No texto inicial do projeto das fake news — ou lei da mordaça — que tramita na Câmara dos Deputados, cabia às plataformas, como Google e Facebook, remover obrigatoriamente as “notícias falsas”. Mas esse trecho foi retirado depois de críticas da sociedade civil organizada. Para Coelho, o melhor remédio é educar a população acerca do tema.

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