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Representantes do governo Maduro perdem ‘status’ diplomático no Brasil 

Diplomata ligados a Maduro não estão expulsos do País, mas perderam os privilégios do cargo em território brasileiro
O venezuelano Nicolás Maduro | Foto: Rede Social
O venezuelano Nicolás Maduro | Foto: Rede Social | Eleição parlamentar - maduro - onu - covid-19

Venezuelanos não serão expulsos do país, mas perderam os privilégios do cargo em território nacional

Eleição parlamentar
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro
Foto: Rede Social

O Ministério das Relações Exteriores informou em nota à imprensa na última sexta-feira, 4, que os representantes do governo da Venezuela passam a ser considerados personae non gratae. O termo em latim significa que o corpo diplomático ligado ao governo Maduro não é mais bem-vindo em solo brasileiro.

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Tecnicamente, os diplomatas venezuelanos não serão expulsos do país. Desde maio, os funcionários da ditadura venezuelana não podem ser forçados a sair do Brasil, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso. O ministro acatou pedido do deputado Paulo Pimenta (PT) para que eles possam continuar no país durante a pandemia. Todavia, com o anúncio do Itamaraty, se optarem por permanecer no Brasil, os funcionários do governo Maduro perderão os privilégios e imunidades correspondentes à função em território brasileiro.

Relações cortadas com o governo Maduro

O governo brasileiro não reconhece Maduro — o herdeiro político de Hugo Chávez — como legítimo representante do povo venezuelano. Maduro é acusado de perseguir, mandar prender e matar opositores, além de fraude na últimas eleições. Junto com outros 11 países que integram o Grupo de Lima, reunião de chanceleres criada para abordar a crise política venezuelana, o Brasil reconhece Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, que tenta se firmar no poder desde 2019.

 

 

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