São Paulo deixa de exigir termo para quem tomar Pfizer como 2ª dose

Vacinados assinavam um documento no qual manifestavam estar 'cientes' e 'de acordo' com o chamado intercâmbio de vacinas
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Vacinas da Pfizer estão sendo aplicadas como 2ª dose para quem tomou AstraZeneca na 1ª
Vacinas da Pfizer estão sendo aplicadas como 2ª dose para quem tomou AstraZeneca na 1ª | Foto: Reprodução/Pfizer

A prefeitura de São Paulo recuou e decidiu suspender a exigência de assinatura de um termo de consentimento por parte de quem tomar a vacina da Pfizer como substituta da segunda dose da AstraZeneca contra a covid-19.

Como informou Oeste, a determinação havia sido feita pelo governo do Estado e foi seguida na segunda-feira 13 em todas as unidades de saúde da capital. Os vacinados assinavam um documento no qual manifestavam estar “cientes” e “de acordo” com o chamado “intercâmbio de vacinas”.

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Desde ontem, o termo não vem sendo mais exigido nos pontos de vacinação da cidade. “Nós recebemos um novo instrutivo da Secretaria Estadual de Saúde, colocando o termo de ciência como facultativo, e não obrigatório. Então, diante dessa nova orientação, nós também vamos deixar, obviamente com o conhecimento generalizado da eficiência do intercâmbio das vacinas, de exigir o termo, porque isso toma tempo dos nossos profissionais”, afirmou o secretário municipal de Saúde da capital paulista, Edson Aparecido, à GloboNews.

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Na semana passada, em função da falta de doses disponíveis da AstraZeneca, o governo estadual autorizou os municípios paulistas a aplicarem o imunizante da Pfizer na segunda dose. A medida vale para aqueles que estiverem com o ciclo vacinal atrasado entre os dias 1º e 15 de setembro.

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