São Paulo descarta barreira sanitária contra Ômicron

Segundo o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, a medida 'ainda não é necessária'
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Barreiras sanitárias em aeroportos e rodoviárias estão descartadas nesse momento em São Paulo
Barreiras sanitárias em aeroportos e rodoviárias estão descartadas nesse momento em São Paulo | Foto: Bruno Escolastico/Photopress/Estadão Conteúdo

A cidade de São Paulo não vai adotar, pelo menos por enquanto, nenhuma barreira sanitária para conter o avanço da variante Ômicron do coronavírus. A informação é do secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, que falou sobre o assunto na manhã desta segunda-feira, 29.

No auge da pandemia, a capital paulista chegou a criar barreiras sanitárias no Aeroporto de Congonhas e em terminais rodoviários. Segundo Aparecido, a medida “ainda não é necessária”.

“Estamos conversando com o Ministério da Saúde e com o governo do Estado para monitorar a situação”, afirmou o secretário.

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Aparecido também cogita a possibilidade de adiamento da liberação do uso de máscaras ao ar livre, que havia sido determinada pelo governo do Estado a partir do dia 11 de dezembro.

Um novo parecer a respeito do tema deve ser divulgado até o dia 6 de dezembro, data prevista para a conclusão das análises feitas pela Secretaria Municipal de Saúde sobre a flexibilização dos equipamentos de proteção facial.

No domingo 28, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que identificou um caso positivo de covid-19 em um passageiro que esteve recentemente na África do Sul e desembarcou no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP).

De acordo com a nota divulgada pela Anvisa, o passageiro viajou em um voo da Ethiopian Airlines depois de ter apresentado um teste PCR negativo para a doença. Ele estava assintomático quando chegou ao Brasil. Até o momento, não há confirmação de qual variante causou a infecção.

Ainda segundo a Anvisa, o paciente está em isolamento e já cumpre quarentena em sua residência. O órgão diz ainda, no comunicado, que a responsabilidade pela fiscalização do caso a partir de agora é das esferas estadual e municipal, com acompanhamento do Ministério da Saúde.

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