Saúde rebate governo de SP e afirma que ‘não há evidência’ de vacina anual contra covid-19

Secretário de Saúde do governo paulista, Jean Gorinchteyn disse que o Estado começará nova imunização em janeiro
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Ministério da Saúde e governo de São Paulo divergem sobre necessidade de uma campanha anual de vacinação contra a covid-19
Ministério da Saúde e governo de São Paulo divergem sobre necessidade de uma campanha anual de vacinação contra a covid-19 | Foto: Divulgação/Unsplash

O Ministério da Saúde rebateu publicamente a projeção feita nesta segunda-feira, 19, pelo governo do Estado de São Paulo de que haverá uma vacinação anual contra a covid-19 a partir de 2022. O anúncio do novo plano de imunização foi feito pelo secretário estadual de Saúde do governo paulista, Jean Gorinchteyn, como Oeste informou nesta manhã.

Em nota divulgada no fim da tarde, o governo federal rechaça essa possibilidade, pelo menos por enquanto. “O Ministério da Saúde informa que, até o momento, não há evidência científica que confirme a necessidade de doses adicionais das vacinas covid-19”, diz o comunicado da pasta. “A recomendação é que estados e municípios sigam o que é definido pela Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis, que é pactuada entre União e gestores estaduais e municipais, e pelo PNO [Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19].”

Leia mais: “Covid-19: SP marca data para novo ciclo de vacinação em 2022”

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Mais cedo, Gorinchteyn chegou a anunciar uma data para o início do novo ciclo vacinal: 17 de janeiro de 2022, um ano depois de a primeira vacina contra a covid-19 ter sido aplicada no Brasil. Ainda de acordo com o governo de São Paulo, o Estado levará adiante o plano de uma nova vacinação no ano que vem, independentemente da posição do governo federal.

Leia também: “Anvisa autoriza estudo para 3ª dose da vacina da Oxford”

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3 comentários

  1. A facção que se apoderou de São Paulo não montaria todo esse esquema com os chineses, incluindo a ridícula campanha de marketing, para faturar com uma imunização única. O interesse nunca foi salvar vidas, e sim criar esse “modelo de negócio” super-lucrativo de vender algo para o governo federal como se fosse vacina. Transformaram o antes respeitado Butantan numa fábrica de placebo.
    Esqueceram, no entanto, que já há várias opções de vacinas de verdade, até a preços menores, que logo irão dominar o mercado. Eu apostaria na AstraZeneca que é de avançada tecnologia ocidental, que será produzida inteiramente aqui no Brasil, e que tem alta eficácia e baixos custos de aquisição, estocagem e distribuição. Em breve também poderá ocorrer a predominância das vacinas de dose única, que reduzirão a logística à metade.

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