Servidores públicos não aderem ao lockdown voluntário em Criciúma

Medida anunciada pelo prefeito Clésio Salvaro (PSDB) não teve adesão do funcionalismo
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Clésio Salvaro propôs <i>lockdown</i> voluntário, mas servidores públicos não aderiram à ideia
Clésio Salvaro propôs lockdown voluntário, mas servidores públicos não aderiram à ideia | Foto: Divulgação

Nenhum funcionário público de Criciúma, cidade no sul de Santa Catarina, aderiu ao decreto do prefeito Clésio Salvaro (PSDB) que propôs um lockdown sem remuneração. A medida foi anunciada na quarta-feira 17, conforme reportado em Oeste, mas não teve adesão do funcionalismo. “Estou assinando o decreto de lockdown na prefeitura de Criciúma — lembrando só um detalhe: lockdown sem remuneração”, explicara, na ocasião. “Não quer vir trabalhar? Não tem problema. Quer se cuidar? Ótimo! Pode ficar em casa, mas não receberá salário”, afirmara. Declaradamente contrário às medidas de isolamento radical em todo o município, Salvaro gravou vídeo em tom de desabafo e disse que “não há necessidade de parar a economia, nós precisamos continuar trabalhando”.

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Com informações do R7

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5 comentários

    1. Que idéia maravilhosa! Foi o que o apóstolo Paulo disse: “…Se alguém não quiser trabalhar, também não coma.” 2 Tessalonicenses 3:10b

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