STJ revoga prisão de desembargadora acusada de vender sentenças

O ministério público denunciou a magistrada por organização criminosa
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A desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima
A desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima | Foto: Tribunal de Justiça da Bahia

A prisão da desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), foi revogada pelo ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A magistrada é investigada pela Operação Faroeste, que apura a venda de sentenças judiciais no TJ-BA. A decisão da soltura foi proferida na segunda-feira 21.

Desde 20 de dezembro, por ordem do STJ, Lígia estava em prisão domiciliar. Junto com seus filhos Arthur e Rui Barata, e mais três advogados, a desembargadora foi denunciada pelo Ministério Público Federal, por organização criminosa.

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8 comentários

  1. Claro, né, onde já se viu colocar uma semi-deusa em prisão domiciliar. Se ela vendeu sentenças é porque achou que deveria vender mesmo e ninguém tem nada com isso, afinal de contas, ela faz parte do grupelho que manda (e desmanda) neste país de merda.
    É bem provável que ela ainda vá receber uma indenização pelo constrangimento e lucro cessantes.
    Vergonha de ser brasileiro.

  2. É… tava em prisão domiciliar, provavelmente recebendo sem precisar trabalhar… combinando mais alguma trapaça com a orcrim, digo, família…. agora nem isso… livre, leve e solta… Amigos: lhes apresento o Judiciário brasileiro… aquele Poder que vive falando em moralidade e transparência…

  3. Enquanto não houver uma intervenção nesse judiciário corrompido o Brasil Infelizmente não conseguirá sair do pântano e atraso que se encontra. Tem que haver um restart no Brasil Urgente ou a nossa nação sera condenada ao atraso eterno. Triste demais isso.

  4. É triste lembrar, mas nessas horas entendemos perfeitamente a famosa frase que prisão neste país só existe para três figuras que começam pela letra p: preto, puta e pobre.

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