Vacina da Pfizer não é a causa provável da morte de adolescente de São Bernardo, informa Anvisa

Agência reguladora aponta distúrbio raro como causa do óbito
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Isabelli Borges Valentim, de 16 anos, foi a óbito oito dias depois de tomar a vacina
Isabelli Borges Valentim, de 16 anos, foi a óbito oito dias depois de tomar a vacina | Foto: Arquivo pessoal/Cristiane Borges

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) comunicou que “a vacina da Pfizer não é a causa provável do óbito” da adolescente Isabelli Borges Valentim, de 16 anos. “Mas sim à doença identificada com base no quadro clínico e em exames complementares, denominada ‘púrpura trombótica trombocitopênica’ (PPT)”, informou a Anvisa, na noite da segunda-feira 20.

Isabelli morreu oito dias depois de tomar a primeira dose do imunizante. Técnicos da Anvisa se reuniram com especialistas da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (SES-SP) e do Ministério da Saúde com a finalidade de analisar o caso. Em 17 de setembro, a SES-SP alegou que Isabelli foi a óbito em razão da PPT, um distúrbio raro, “autoimune e grave, sem causa conhecida”.

A Anvisa enviou uma notificação para a Organização Mundial da Saúde para avaliação. No documento, a agência reguladora destaca que os benefícios da vacinação superam os potenciais riscos.

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Leia também: “A supervacina”, reportagem publicada na Edição 39 da Revista Oeste

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