Brasileiros passam a ter acesso a ações de empresas estrangeiras

Edição da semana

Em 3 set 2020, 15:10

Brasileiros passam a ter acesso a ações de empresas estrangeiras

3 set 2020, 15:10

Antes, esse tipo de investimento estava limitado a instituições financeiras e cidadãos com mais de R$ 1 milhão em investimentos

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Sede da B3, em São Paulo | Foto: Wikimedia Commons

Investir em empresas de outros países está se tornando uma realidade para muitos brasileiros.

Entraram em vigor nesta semana novas regras que abrem caminho para o acesso aos BDRs, que são certificados que representam ações de empresas no exterior, mas que são negociados na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo.

LEIA MAIS: A BOLSA DE VALORES E A NOVA REVOLUÇÃO DO CAPITALISMO

BDR é uma sigla em inglês quer dizer Brazilian Depositary Receipts (ou “recibo de depósitos brasileiros”).

Antes, esse tipo de investimento estava limitado a instituições financeiras e cidadãos com mais de R$ 1 milhão em investimentos.

Com a mudança adotada pela Comissão de Valores Mobiliários qualquer pessoa física pode entrar nesse mercado.

Ações subindo

Gigantes como Apple, Microsoft e Amazon tem tendência de continuarem  se valorizando e agora o investidor brasileiro, mesmo com pouco dinheiro, terá mais facilidade em investir nelas.

Investidor indireto

Investir em BDRs não torna a pessoa sócia dessas empresas, mas esses ativos “espelham” o preço das ações lá fora. Funcionam como fundos de investimentos.

São mais de 500 empresas estrangeiras negociáveis na B3 que o brasileiro poderá investir de forma indireta.

Regulamentação

As mudanças, no entanto, não entram em vigor imediatamente. A Bolsa deve demoram cerca de dois meses para garantir a negociação de BDRs por qualquer investidor.

A B3 tem que regulamentar quais ambientes de negociação estrangeiros serão considerados como “mercados reconhecidos”, seguros para o investimento.

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