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Carrefour promete investimento milionário no combate ao racismo

Empresa anuncia fundo com forma para se promover a inclusão racial

Empresa anuncia fundo como forma de promover a inclusão racial

carrefour - fundo contra o racismo
Carrefour fala em ação contra o racismo | Foto: Divulgação

A morte de João Alberto Silveira Freitas faz o Carrefour movimentar-se. Dias após o homem ser morto por dois seguranças em frente a uma unidade em Porto Alegre (RS), em caso em que entidades e órgãos de imprensa definiram como racismo, a companhia anunciou a criação de fundo para lidar com questões raciais. A iniciativa receberá aporte de R$ 25 milhões, promete a rede de hipermercados.

Leia mais: “Assassinato faz Carrefour entrar na mira do Procon-SP”

A empresa garante que o novo fundo fomentará projetos para a inclusão de negros em ambientes sociais e no mercado de trabalho brasileiro. A iniciativa terá detalhes de suas primeiras ações divulgados amanhã, quinta-feira 25. Além disso, a rede afirma que membros da diretoria estão promovendo reuniões como representantes de entidades voltadas à defesa de minorias. A intenção é fazer os gestores aprenderem a “atuar de forma concreta na luta contra todo e qualquer tipo de discriminação”.

Nota

Em nota assinada pelo diretor-presidente da empresa no Brasil, o francês Noël Prioux, o Carrefour lamentou a morte do cliente, mas sem mencionar o fato de ele ter sido assassinado por dois seguranças contratados por empresa terceirizada parceira da companhia.

“Não podemos reparar a perda da vida do senhor João Alberto”

“Sabemos que não podemos reparar a perda da vida do senhor João Alberto. Este movimento é o primeiro passo da empresa para que o combate ao preconceito e racismo estrutural, que é urgente no Brasil, ganhe ainda mais força e apoio da sociedade. Acreditamos que poderemos evoluir e contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária”, informa trecho do conteúdo divulgado pelo Carrefour à imprensa.

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4 comentários

  1. A imprensa, organismo geralmente vinculado à esquerda, se esmera para ter poder vendendo matérias e cooptando assinantes, se utilizando, principalmente, da prática de destruir reputações, com fatos verdadeiros ou não, mas de viés favorável à corrupção e bandidagem; lugar comum da esquerda.
    Dessa forma, pessoas e empresas se veem ameaçadas pela esquerda numa constante demonstração de amoralidade, falta de ética, bom senso e honestidade.
    Entendo que, quanto aos políticos, são as urnas, mas quanto à imprensa as Leis poderiam entrar para colocar os pingos nos is. Não o fazem, também, por um Curso, o de Direito, tomado pelo marxismo ideológico, que produz adultos infantilizados e profissionais mal preparados!

  2. Franceses sendo franceses, entrou na onda do mimimi da Extrema imprensa e da esquerdalha , no caso do Corredor de Porto Alegre não teve nada de racismo teve é ignorância de seres “humanos”envolvidos em destempero emocional. Será que estamos vivendo numa era de maricas, onde tudo leva ao mimimi hipócrita?

  3. Mandem o senhor Nöel Prioux de volta para a França, para que possa ver o que realmente é “racismo estrutural”. Coloquem-no como gerente de um carrefour na periferia de Marselha, para que ele possa ver o que o país dele faz com negros, árabes e asiáticos, socados que são em guetos, onde, em contrapartida, brancos não entram. E quem quiser contestar comparando com as favelas brasileiras, vá primeiro lá ver como é, antes de falar besteiras politicamente corretas. Chega de mimimi e hipocrisia que só pioram o problema.

  4. Podiam começar DISCRIMINANDO brancos. Ou seja os seguranças só podem bater mesmo levando um soco primeiro se o agressor for branco caso contrário abandona o posto e deixa o “discriminado” matar a mulher de porrada. Fim dos tempos mesmo.

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